Problemas com a Comgás

Gostaria de ajuda para solucionar meu problema com a Comgás e a Lorenzetti. A Comgás, após instalar gás natural no meu prédio, em fevereiro deste ano, convenceu-me a trocar meu aquecedor Boiller (elétrico) por um aquecedor de gás de passagem, dizendo que eu recuperaria o investimento num curto prazo e que era uma solução econômica quanto à utilização de recursos energéticos. Achei uma boa solução e assinei o contrato. A instalação foi feita e me surgiu um problema, o aquecedor esquentava demais. A própria Comgás foi em casa (por sua prestadora de serviço) e disse que o problema era no aparelho que eles mesmos forneceram (da Lorenzetti). Ligo para a Comgás e ninguém retorna, liguei na Lorenzetti e disseram que tenho de checar na Comgás. Às vezes o aquecedor não funciona e o cheiro de gás fica evidente, e, para tomar banho, tenho de ligar várias torneiras gastando uma quantidade de água absurda. Em março um técnico da Lorenzetti disse que eu deveria ter comprado outro aparelho (de chama modulante). Só que quem me indicou o aparelho foi a própria Comgás. RAFAEL SOUZA QUEIROZ São Paulo Bete Akemi, da Ouvidoria da Comgás, informa que o problema do sr. Queiroz foi definitivamente resolvido em 22 de julho, após a celebração de um novo contrato de compra de aquecedor. Infelizmente, a solução não foi mais ágil em razão da necessidade de o cliente assinar novo contrato para processar as devidas correções. O leitor diz que "o problema foi solucionado, apesar de 6 meses de demora e a necessidade de comprar um novo Equipamento". Aparelho Sem Parar Eu queria usar meu aparelho TAG do Sem Parar/Via Fácil em meu carro novo, mas fui informado de que isso não é possível e que terei de pagar R$ 38 para substitui-lo. Na Europa, por exemplo, o TAG é do cliente, e os créditos vão sendo debitados à medida que se passa no pedágio. A atendente disse que eu corria o risco de ser multado, se eu usasse o meu antigo aparelho. No entanto, já fui parado por um policial na praça de pedágio, que somente conferiu meus documentos e disse que só me multaria se houvesse evasão de pedágio - o que não é o caso, pois todas as vezes a cancela se abre e o débito aparece em minha fatura. O argumento da empresa é de que essa regra está no contrato. PAULO KRAMER São Paulo O gerente de Atendimento ao Cliente Sem Parar/Via Fácil, Bartolomeu Corrêa, informa que o TAG é de uso exclusivo do veículo cadastrado, sendo necessária a sua substituição em caso de troca de veículo. A taxa de substituição é legítima e prevista em contrato assinado pelo cliente. A troca de equipamento é obrigatória e garante a conformidade de seu funcionamento e, caso haja utilização em veículo não cadastrado, os problemas decorrentes desse fato terão sua responsabilidade imputada ao usuário. O leitor contesta: Para que cobrar uma taxa para trocar um aparelho que está funcionando? A empresa não poderia somente cadastrar o veículo? Resposta sem nexo Em julho fiquei sem conexão com o serviço Ajato (banda larga da TVA) por pelo menos sete vezes. Cada vez que ligo para a central de atendimento , recebo uma desculpa diferente. Uma delas foi que ninguém havia reclamado em minha região e que o problema deveria ser em minha casa, por isso, enviariam um técnico. Mas falei com moradores do prédio e soube que todos estavam sem conexão e que eles receberam a mesma resposta da empresa, de que não havia reclamação de moradores da região. Voltei a ligar para a TVA e a atendente disse que não havia nenhuma ocorrência no sistema. Ora, estão chamando os assinantes de idiotas ou de mentirosos? Já mandei e-mail para o Ajato e recebi a resposta de que, por causa de uma ocorrência "isolada", eu teria o desconto referente a "um dia" de mensalidade. Enviei este e-mail ao jornal, com cópia para a empresa, esperando que, desta vez, uma atitude definitiva seja tomada. MARIA ELISA ALBUQUERQUE São Paulo A Central de Relacionamento com o Assinante TVA informa que todas as ligações que são atendidas pela central de relacionamento são gravadas e monitoradas, desta forma, a empresa terá como instruir o operador que atendeu a sra. Maria Elisa, a fim de que situações como essa não voltem a ocorrer. Em relação ao atendimento técnico, a cliente confirmou que a visita foi realizada em 30 de julho e, após os procedimentos realizados, o sinal da internet voltou a funcionar, conforme o padrão de qualidade TVA. Acrescenta que foi concedido crédito referente ao período sem sinal. As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

, O Estadao de S.Paulo

10 Agosto 2009 | 00h00

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