Problemas com a Receita

Há 26 meses aguardo que a Receita Federal do Brasil credite na minha conta o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF). Em uma ação trabalhista, a empresa depositou em abril de 2007 o montante do IRRF por meio do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). A referida empresa omitiu o meu CPF e a Receita Federal entendeu que ela não creditou o montante na minha conta e não me avisou do problema. Em agosto de 2008, apesar de a empresa regularizar a situação, a Receita continuou a não creditar o IRRF na minha conta. Desde setembro de 2008, acesso o site da Receita e é a mesma mensagem: "sua declaração está na base de dados da Receita Federal." Estou com 77 anos e o montante do IRRF é bastante alentado para resolver muitos problemas financeiros. Já estive várias vezes na Receita Federal em São Paulo e o fiscal de plantão que me atende sempre tem o mesmo discurso: "Aguarde que o seu problema será resolvido o mês que vem." Não sei mais quais medidas tomar para fazer valer o meu direito de contribuinte. JOSÉ RODRIGUES São Paulo Carlos Eduardo L. Mantovani, da Comunicação/Superintendência da Receita Federal do Brasil de São Paulo, informa que a Delegacia da Receita Federal responsável pela Malha Fiscal entrou em contato com o contribuinte e o orientou sobre a documentação a ser apresentada para regularizar a declaração. O leitor comenta: Esta queixa surtiu efeito parcialmente, pois o auditor da Receita Federal entrou em contato comigo, algo que nunca fez. A Receita cobra por um imposto indevido. De helicóptero é fácil O prefeito Gilberto Kassab só anda de coletivos quando está em campanha ou quando jornalistas o convidam. No mais, desloca-se sempre de helicóptero, inclusive para ir e voltar da Prefeitura, conforme pude constatar por fotos. Portanto, com todo esse "conhecimento" do transporte coletivo, ele só poderia mesmo proibir os fretados. HAROLDO LOPES São Paulo Queria dar parabéns ao secretário de Transportes pela medida sobre ônibus fretados. Os motoristas desses veículos para em qualquer lugar sem se importar com quem está atrás. Denunciei várias vezes esses ônibus que param em ruas de mão dupla e ainda xingam quando buzinamos. Costumo usar transporte público e acho que, pela multidão que circula em São Paulo, é um milagre esse meio ainda não ter parado. Para mim, é a minoria que consegue pagar fretados. BEATRIZ ALIBERTI São Paulo Aulas adiadas e a gripe Adiar a volta à escola, por causa da famosa gripe, não é o caminho, pois não vai impedir que alguém se contagie. As crianças ficam ociosas, perambulando pelas ruas até de madrugada, a perturbar o sossego alheio. Pelo menos as que moram na minha região, no centro. Precauções básicas e atendimento urgente e eficaz contra a doença surtirão mais efeito do que deixar os alunos fora das salas de aula. RENATA RODRIGUES São Paulo Nada do dinheiro O pagamento de minha conta de telefone é feito em débito automático e, desde dezembro, reclamo do desconto de quase R$ 100 feito pelo serviço Speedy, já que eu nunca recebi o aparelho. Em janeiro, prometeram o ressarcimento em 72 horas, depois em maio, mas até agora nada. MARIA APARECIDA CAMPOS Guarulhos A Telefônica informa que a situação mencionada pela leitora foi regularizada, sem ônus financeiros para a cliente. Esclarecimento: Sobre a carta do sr. Cleber Valadares da Silva (Constrangimento, 23/7), na qual relata que sua mãe teve que esperar meia hora para usar de novo o Bilhete Único para seu irmão passar, a SPTrans diz lamentar o constrangimento e esclarece que desde 6 de junho deste ano o intervalo de uso do Bilhete Único modalidade vale-transporte foi aumentado para 30 minutos, com o intuito de cumprir uma lei federal, pois o cartão é pessoal, intransferível e não deve ser usado por terceiros. A alteração foi divulgada aos passageiros desde 2 de junho no Jornal do Ônibus, afixado semanalmente nos ônibus da cidade. O vale-transporte pode receber os créditos depositados pela empresa e pelo usuário. Caso haja no cartão créditos adquiridos pelo passageiro, não haverá bloqueio na tentativa de passá-lo mais de uma vez seguida, já que a passagem seguinte será descontada dos créditos comuns. MARCO SIQUEIRA, Assessoria de Comunicação Social da SPTrans As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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