Problemas com portabilidade

Estou com um sério problema de telefonia por causa da lei da portabilidade. Eu possuía há muitos anos um contrato com a Telefônica e há um ano contratei também serviços da NET, com o NETfone (Embratel) incluído no pacote. Por conta da lei da portabilidade e para não ficar pagando duas linhas, optei por transferir o número da Telefônica para a NET. Quando fiz o pedido, em 23 de abril, a funcionária disse que o processo duraria por volta de dez dias e que, nesse período, durante dois dias eu ficaria com a linha fora de operação. Ocorre que, decorridos mais de 20 dias, estou sem poder utilizar meu número, contabilizo com isso um prejuízo em meu trabalho, e mesmo recorrendo à Anatel nada foi resolvido. A Anatel informou que, embora esteja notificando a operadora diariamente sobre o ocorrido, nada mais podia fazer e que, se eu achasse necessário, recorresse a outros meios para resolver a situação. Infelizmente estamos mesmo numa terra de ninguém.ANDRÉ LUIZ RIBEIRO STÉRCKELESanto AndréA NET informa que, em contato com o sr. Stérckele, esclareceu todas as informações referentes à portabilidade solicitada e que permanece à disposição para quaisquer esclarecimentos. O leitor contesta: Até hoje nada foi feito. A NET nem ao menos entrou em contato para dar satisfação sobre o que está ocorrendo. Estou realmente perdido em meio a tantas enrolações e desculpas e somente consigo enxergar que, no final dessa história, ainda acabarei por perder em definitivo meu número utilizado como ganha-pão.Ônibus fretadoManifesto minha indignação contra o Projeto de Lei 530/08 que está em votação para restringir a circulação dos ônibus de fretamento. Esse meio de transporte é usado por milhares de pessoas. Se a lei for aprovada, o trânsito ficará pior, aumentarão a quantidade de carros na rua, a poluição e o número de usuários do transporte público.GISELE DA SILVA RÊGOSão PauloHá mais de 10 anos uso ônibus fretado para ir ao trabalho, pois o transporte público de São Paulo não atende a minhas necessidades. Os fretados podem até "atrapalhar" o trânsito nos corredores e nas grandes avenidas, mas diminuem o número de carros nas ruas. Muitos que trabalham na capital moram nos arredores de São Paulo. Se o bom senso não prevalecer, teremos mais trânsito e congestionamento. Precisamos de leis que possam regulamentar a melhor convivência entre fretados, transporte público, carros e caminhões. ELAINE DUARTESão Caetano do SulNão temos transporte público suficiente para atender à demanda de passageiros nem vias suficientes para dar vazão ao tráfego de carros. Como usuário de transporte coletivo e fretado, questiono os fundamentos desse projeto de lei. O sistema viário receberá mais carros e o transporte público, que não é suficiente para a demanda atual, aumentará seus passageiros. Haverá transtornos para os trabalhadores que dependem da atividade e o aumento da poluição ao meio ambiente com mais carros na rua. PAULO LOPESSão PauloMoradores de ruaA Prefeitura não zela pelas áreas públicas. Permite que moradores de rua e carroceiros transformem uma área pública na Avenida Hélio Pellegrino, na Vila Nova Conceição, num lixão, num local de uso de drogas e prostituição.CLÓVIS MILER CARDOSOSão Paulo Willian Machado, da Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, informa que a secretaria mantém atendimento de 24 horas aos moradores em situação de rua por meio dos agentes da Central de Atendimento Permanente Emergencial (Cape), que pode ser acionada pelo 156. Esclarece que fizeram os atendimentos nas áreas próximas à Avenida Hélio Pellegrino e os moradores em situação de rua recusaram o encaminhamento aos centros de acolhida. Os agentes tentam convencê-los para que o aceitem, mas a resistência é muito grande. Eles preferem ficar nas ruas, pois devem seguir regras nos centros de acolhida, como horário para acordar, tomar café da manhã, almoçar, tomar banho e dormir. Informa que reforçarão o atendimento no local citado pelo leitor sr. Cardoso. Os agentes não fazem o uso da força a fim de encaminhar os moradores em situação de rua aos centros de acolhida, porque o objetivo é criar um vínculo com eles para que os agentes da secretaria possam encaminhá-los aos serviços de assistência da Prefeitura.As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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