Yaru Cândido/Facebook
Yaru Cândido/Facebook

Professor brasileiro é encontrado morto em condomínio de Angola

Itamaraty informou que está prestando apoio para viabilizar traslado do corpo; Estado de Goiás vai pagar serviço

Letycia Bond, Agência Brasil

26 de julho de 2018 | 20h46

BRASÍLIA - O Itamaraty informou na tarde desta quinta-feira, 26, que está prestando apoio nas providências necessárias para viabilizar o traslado do corpo do brasileiro Adélcio Cândido, encontrado morto em Luanda, capital de Angola, onde residia havia oito anos. Professor universitário de Artes Cênicas e ator, ele foi encontrado já sem vida, nesta quarta-feira, 24, nas dependências do condomínio onde morava.

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Nas redes sociais, amigos da vítima levantam suspeitas de que ele tenha sido assassinado.

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“A dor e a saudade são intensas, mas a minha indignação diante de um quadro tão brutal de violência não me deixa esquecer que nossa luta por uma sociedade justa e fraterna se faz urgente”, escreveu uma prima da vítima em perfil no Facebook.

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Sem compartilhar detalhes sobre o caso, o Itamaraty, em nota, comunicou que a Embaixada do Brasil no país africano tem mantido contato constante com os familiares da vítima, auxiliando-os na emissão de documentos exigidos para a liberação do corpo e nos demais procedimentos cabíveis.

“A Embaixada mantém contato com as autoridades policiais angolanas, que investigam as circunstâncias do ocorrido”, acrescentou no informe.

Segundo o secretário da Superintendência de Assuntos Internacionais de Goiás, Armando Melo, o Estado vai pagar o serviço de traslado e tem trabalhado em conjunto com o governo federal para que o corpo da vítima seja trazido de volta ao Brasil o mais rápido possível.

“A mãe do falecido não tem condições de arcar com os custos”, disse Melo, por telefone, à Agência Brasil. “Não temos como falar em previsão (de data para a transferência do corpo). Em casos semelhantes que já acompanhamos, com todos os trâmites burocráticos do país e os processos administrativos de Goiás, o prazo médio é de duas semanas.”

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