Prorrogada prisão de envolvidos em crimes em Ribeirão Preto

A Justiça de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, prorrogou por mais cinco dias a prisão temporária dos seis suspeitos de participar do esquema de adulteração de combustíveis e roubo de cargas, presos na última quarta-feira. Entre os presos estão os delegados da Polícia Federal, José Bocamino e Wilson Perpétuo, e o agente Luiz Cláudio Santana. Os seis suspeitos estão presos na carceragem da Polícia Federal em Brasília e o prazo da primeira prisão temporária venceu no domingo. Com a prorrogação, os suspeitos ficarão detidos pelo menos até a próxima sexta-feira. Também continuam detidos, por porte ilegal de armas, o empresário Camilo Cury e a administradora de empresas Camila Martins. Eles foram autuados em flagrante pela PF durante a Operação Lince, que prendeu os outros seis suspeitos. Cury está preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ribeirão Preto e Martins na carceragem da PF. Os advogados dos suspeitos entraram com pedido de liberdade provisória, mas a Justiça ainda não decidiu sobre o recurso.

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