Marcos Arcoverde/AE
Marcos Arcoverde/AE

Protesto de professores complica o trânsito no centro do Rio

O secretário de Educação, Wilson Risolia, prometeu reunir-se com os manifestantes na próxima segunda-feira

Clarissa Thomé,

16 de agosto de 2013 | 19h36

Depois de uma passeata entre o Largo do Machado e o Palácio Guanabara, uma comissão de professores foi recebida no início da noite desta sexta-feira pelo chefe de gabinete da Casa Civil do Rio. Eles entregaram documentos e devem se reunir na segunda-feira, 19, com o secretário de Educação, Wilson Risolia.

Cerca de mil pessoas participaram do protesto, que transcorreu com tranquilidade. Eles fecharam os dois sentidos da Rua Pinheiro Machado, em Laranjeiras, e se concentram em frente ao Palácio. Esse foi o quarto protesto no bairro, somente esta semana.

Terminado o encontro, a maioria dos professores se dispersou. Mas um grupo dissidente do sindicato decidiu ficar. Eles receberam apoio de um grupo de estudantes. Alguns manifestantes deitaram na pista impedindo a passagem dos carros.

A PM tentou negociar para que o trânsito fosse liberado. E, por volta das 19h30, os manifestantes desocuparam a pista sentido Botafogo. O Batalhão de Choque segue posicionado dentro do palácio e policiais de outras unidades fazem a segurança do lado de fora da sede do governo.

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação informou que a adesão à greve é de menos de 0,5% do total de 75 mil professores. "Os profissionais que faltaram terão desconto dos dias não trabalhados. Esclarecemos que todas as escolas da rede estadual estão funcionando normalmente", diz a nota. A secretaria informa ainda que a categoria recebeu reajuste de 8% em junho.

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