PT testa aproximação de candidata com eleitores

A carreata em Duque de Caxias foi considerada pelos aliados de Dilma Rousseff como "laboratório" para estratégia de maior proximidade com o eleitor. Em vez das caminhadas, curtas por causa de confusões, as carreatas permitem que a candidata seja vista por mais pessoas em menos tempo. Em conversa por telefone com o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT-MG), a petista pediu atividade semelhante, hoje, na capital mineira.

Luciana Nunes Leal, O Estado de S.Paulo

07 Outubro 2010 | 00h00

Em Caxias, prefeitos e parlamentares foram unânimes na avaliação de que os ataques na internet serão mais intensos no segundo turno. Deputada eleita, Jandira Feghali (PC do B-RJ), que em 2006 enfrentou campanha negativa de grupos religiosos e perdeu eleição para o Senado, foi abordada na segunda-feira por uma eleitora que queria saber se era verdade que a candidata, caso eleita, fecharia igrejas. O prefeito de São João de Meriti, Sandro Mattos (PR), contou que a mulher dele perguntou se Dilma realmente havia dito que nem Cristo impediria sua eleição. "Isso é muito difícil de controlar", disse Jandira. "A Dilma tem que se aproximar dessas pessoas e mostrar que é uma campanha sórdida."

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