Pugilista pode ter sido assassinado, diz IML

O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) indicou que o campeão de boxe Arturo Gatti, morto no dia 11, foi suspenso e enforcado, o que abre a possibilidade de que ele tenha cometido suicídio ou sido vítima de acidente. A perícia não exclui, no entanto, a possibilidade de assassinato. Apontada pela polícia como principal suspeita do crime, a mulher do pugilista, Amanda Carine Barbosa Rodrigues, de 23 anos, continua reclusa no presídio feminino Bom Pastor, autuada em flagrante por homicídio qualificado.

, O Estadao de S.Paulo

18 Julho 2009 | 00h00

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