'Pulseirinhas do sexo' são proibidas em escolas municipais do Rio

Resolução também proíbe que alunos usem boné, celular ou qualquer outro tipo de aparelho eletrônico portátil em sala de aula

Fabiana Marchezi, do estadão.com.br

15 de abril de 2010 | 14h33

A Secretaria municipal de Educação do Rio de Janeiro proibiu o uso da "pulseirinha do sexo" nas escolas públicas da cidade. A resolução foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira, 15.

 

Além do "uso de adereços que expressem insinuações sexuais", a resolução também proíbe que os alunos usem boné, celular ou qualquer outro tipo de aparelho eletrônico portátil em sala de aula. O estudante que descumprir o decreto poderá ter o objeto retido por até dois dias.

 

A proibição do uso dessas pulseiras surgiu como reação ao caso ocorrido em Londrina, no norte do Paraná, no dia 15 de março, quando uma adolescente de 13 anos foi estuprada. O crime teria sido motivado pelo uso dessas pulseiras.

 

Em São Paulo, um projeto de lei que proíbe a comercialização e o uso das pulseiras nas redes públicas e particulares de ensino da capital paulista foi protocolado no dia 8 deste mês pelo vereador Ricardo Teixeira (PSDB).

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