Quadrilha de assaltantes de banco é presa com armamento pesado no PR

Polícia Civil continua as investigações para recuperar o restante do dinheiro, que, segundo o banco, soma R$ 472 mil

Solange Spigliatti, do estadão.com.br

14 de junho de 2010 | 09h18

 

SÃO PAULO - Uma quadrilha acusada de assaltar um banco, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, usando fardas da Polícia Militar e portando armamento pesado, foi presa na semana passada após denúncia anônima, de acordo com informações da Agência Estadual de Notícias.

 

Fabio Mota, de 21 anos, Carlos André Mota, de 30 (irmãos e ambos com passagem por furto e foragidos do sistema penal), Evelin da Silva Ferreira, de 18, e Juliana Rios de Lima Camargo, de 20 (sem passagem), foram detido. Com eles foram apreendidos mais de R$ 57 mil, além de nove armas, motocicletas e veículos. Outro integrante do grupo, Sidnei Gonçalves da Silva, de 28 anos, entrou em confronto armado com os policiais e morreu.

 

Junto com o grupo foram apreendidos um fuzil Colt calibre 5.56, um revólver Taurus calibre 38, uma pistola Jericó 9 milímetros, uma pistola Taurus 24/7 calibre 40, uma pistola Taurus Milenium calibre 380, duas pistolas Taurus 9 milímetros, além de uma pistola Taurus calibre 7.65. Foram apreendidas também uma motocicleta modelo Biz verde.

 

Além das motocicletas foram recolhidos três veículos usados pela quadrilha, um GM/Astra, uma Ecosport e um Gol. As apreensões foram realizadas em na casa dos acusados, em que a polícia encontrou ainda 109 munições calibre 5.56, 51 munições de pistola 9 milímetros, 67 de pistola ponto 40, 13 de calibre 380, 23 munições de calibre 38, além de carregadores de armas, sendo 5 da pistola Taurus 24/7, 2 carregadores para calibre 380, 6 para 9 milímetros e 1 carregador para fuzil.

 

O Centro de Operações Especiais (Cope) da Polícia Civil fez o flagrante do grupo e continua as investigações para recuperar o restante do dinheiro, que segundo o banco, soma R$ 472 mil, e prender outros quatro suspeitos de envolvimento no roubo. Além disso, é realizada investigação especial para verificar a procedência dos materiais utilizados no crime, bem como as fardas e os armamentos.

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