Quanto custa a água mineral?

Carta 19.042No terminal de ônibus Tietê, o preço de uma garrafinha de água mineral com gás é R$ 2,90 (verifiquei em três lugares), e a água sem gás custa R$ 2. Indignado, perguntei ao funcionário da administradora do terminal, a Socicam, quem concede o direito de exploração do comércio no local e se eles verificam se há prática de cartel, e ele disse que todos os comércios locais são explorados pela mesma empresa. Como é que um único empresário pode deter todos os ramos de negócio de um local que pertence ao Estado? Várias pessoas deveriam explorar o comércio na rodoviária, para haver concorrência e oferta de melhor atendimento e preços para conquistar o cliente. ÍCARO MARTINS de OLIVEIRACapitalTerminal Tietê responde:"A Socicam, empresa que administra o terminal, cuida da operação, limpeza, manutenção e segurança. Para melhora dos serviços, ela contratou a GRSA para gerir os pontos de alimentação, por ser empresa experiente no setor alimentício. Quanto ao preço para compra da água com gás, ele não condiz com a realidade, pois o preço para ambas é de R$ 2. A exceção é um ponto em que, por determinação do franqueador, a com gás custa R$ 2,10." Agradeço à coluna a publicação, em 18/6, de minha carta (Cartas sem resposta) ref. aos ônibus intermunicipais que trafegam pela Rua S. Carlos do Pinhal, em dias úteis, das 7 às 9 hs e das 17 às 19. A situação é insuportável, e peço que se estude uma alternativa viável. ALVAMAR OLIVEIRA de BENEDETTOBela VistaCarta 19.043Queixas de ônibusHá muito descaso no transporte público, cujos motoristas e cobradores não respeitam ninguém, principalmente idosos, grávidas e obesos. Fiz diversas queixas aos consórcios responsáveis pelo 156 e nunca obtive resposta. É perda de tempo anotar dados para fazer queixa, como hora, local, prefixo, placa e linha. Já reclamei de excesso de velocidade, de atrasos (até 30 minutos), até de transporte de botijão de gás no ônibus, mas jamais tive retorno ou observei melhorias. Só o que obtive foi os n.ºs de protocolo das queixas. Moro na Penha, e é comum o cobrador do microônibus para o metrô dizer para as subirem mais rápido, e imediatamente o motorista acelerar. Quando vou do Tatuapé para a Penha pela Celso Garcia, tenho a impressão de que os ônibus do Consórcio Plus estão apostando corrida. Eles trafegam pela pista esquerda, furam o sinal, e quase batem nos carros ou atropelam os pedestres. A quem devo reclamar? Afinal, os órgãos competentes estão sendo bastante incompetentes!LAURA CAVALCANTIPenhaA SPTrans responde:"Os consórcios identificarão os operadores que têm conduta inadequada, para adotar medidas corretivas. Para isso, é imprescindível informar data, local, placa ou prefixo do veículo. O registro deve ser feito pelo tel. (0800)771-0118, da SPTrans, não mais pelo 156. Vamos fiscalizar a Av. Celso Garcia e, se constatarmos irregularidades, os responsáveis serão autuados. Fizemos pesquisa na Central de Relacionamento com o Cidadão e não localizamos queixas registradas no nome da leitora."Carta 19.044Aumento abusivo?Além do aumento abusivo no preço do pedágio do Sistema Anhangüera-Bandeirantes, a tarifa da Renovias, na SP-340 (Campinas/Mogi-Mirim), na praça entre Campinas e Jaguariúna, é muito alta, pois foi de R$ 1,25 em julho/94 para R$ 13,80. Se o valor é calculado sobre o percurso utilizado, por que é que quem se desloca até Jaguariúna tem de pagar o mesmo de quem vai até Mogi-Mirim? O percurso de ida e volta Campinas-Jaguariúna é de apenas 34 kms, mas até Mogisão 85 kms. Quem me esclarece o absurdo?JOSÉ ROBERTO NIEROSão Caetano do Sul/SPA Artesp responde:"O reajuste anual dos pedágios é feito segundo o indexador previsto nos contratos de concessões (IGP-M), calculado pela Fundação Getúlio Vargas. O cálculo segue fielmente as regras contratuais, mesmo quando o índice apresenta redução, como em 2006. Cada praça de pedágio faz cobrança de determinado trecho. Assim, o valor pago não corresponde à quilometragem percorrida, mas ao trecho à sua disposição. No caso da praça de Jaguariúna, ela cobre o trecho do km 114,1 ao km 177,65, entre os municípios de Campinas e Mogi-Mirim, passando por Jaguariúna e Sto. Antônio da Posse, podendo o usuário viajar entre essas cidades pela mesma tarifa."

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