Quebra de sigilo telefônico de Carla só deve ocorrer na sexta

O juiz Richard Chequini, do 1º Tribunal do Júri, deverá autorizar somente na sexta-feira, 15, o pedido de quebra de sigilo telefônico da advogada Carla Cepollina, namorada do coronel da reserva Ubiratan Guimarães, assassinado no último sábado,9, em seu apartamento nos Jardins, em São Paulo. De acordo com informações da reportagem da Rádio Eldorado AM, a autorização não deverá acontecer nesta quinta-feira, 14, porque Chequini participa nesta tarde de uma videoconferência sobre o assassinato do bombeiro João Alberto Costa, em maio, durante a primeira onda de ataques da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Marcos William Camacho, o Marcola, e Julinho Carambola, apontados como integrantes da facção, participam da audiência.O Ministério Público alega que a demora no despacho dos documentos referentes a quebra de sigilo telefônico para Chequini ocorreu porque o promotor Luiz Fernando Vaggione, que acompanha o caso teve que retornar na quarta-feira à noite ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para retirar mais uma parte do material que deveria ser anexado ao pedido. A quebra do sigilo telefônico é considerada fundamental nas investigações. O depoimento de dois filhos do coronel Ubiratan Guimarães, marcado para às 13 horas desta quinta-feira, 14, foi adiado, segundo a Rádio Eldorado AM. O advogado Vicente Cascione informou que não se sabe se eles serão ouvidos ainda nesta quinta ou somente na sexta-feira, 15. Matéria atualizada às 17h43

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