Questão de respeito

As pessoas com necessidades especiais, gestantes e idosos sofrem para utilizar o Metrô. Apesar das áreas reservadas a eles, muitos têm feito a viagem em pé, principalmente no horário de pico. No embarque preferencial, essas pessoas geralmente estão com acompanhantes (muitas vezes dois). Todos se sentam, inclusive os acompanhantes, deixando pessoas que possuem esse direito sem lugar. Há o problema também de usuários que não tomam cuidado com ninguém, entram empurrando. É necessário que seja divulgado esse tipo de abuso para que governantes tomem alguma atitude e melhorem as condições de uso do Metrô para todos.ANGELA FREITAS R. DA SILVASão PauloO gerente de Comunicação e Marketing do Metrô, Marcello Borg, informa que o público beneficiado pelo embarque preferencial implantado há 1 ano representa cerca de 9% dos mais de 3,3 milhões de usuários transportados diariamente. O Metrô realiza avaliações periódicas para ajustes na operação. O que se observa, diz, é que o embarque preferencial tem surtido o efeito desejado. Por isso o Metrô vai ampliar a quantidade de lugares reservados a idosos, gestantes, pessoas com deficiência, crianças de colo ou com dificuldades de mobilidade dentro dos carros da extremidade. Fora dos horários de pico, a quantidade de assentos preferenciais existentes atualmente é superior ao determinado por lei. Já o comportamento adequado na utilização do sistema é uma questão cultural e de cidadania, que não se resolve com ações só no âmbito do transporte. Mas o Metrô procura reforçar essa atitude com campanhas educativas. As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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