Raquel Zimmermann ocupa lugar que já foi de Gisele Bündchen

Além de ser eleita a mais bem-vestida do mundo, top passou a ocupar o 1.º posto em ranking de modelos

O Estadao de S.Paulo

07 de dezembro de 2007 | 00h00

Agora no fim do ano as revistas de moda americanas e européias parecem um tanto monotemáticas. Só dá Raquel Zimmermann, Raquel Zimmermann, Raquel Zimmermann... Nos editoriais, nas fotos dos desfiles, nas capas, nas campanhas de Fendi, Gucci, Calvin Klein, DSquared, Chanel, Louis Vuitton, Max Mara, Prada, Christian Lacroix, Versace, Christian Dior, Balenciaga, Dolce & Gabbana, Marc Jacobs, Donna Karan, John Galliano, Hermès e Yves Saint Laurent.A gaúcha de Novo Hamburgo, que começou a trabalhar aos 14 anos, completou dez anos de carreira como a principal top do momento. Após meses ocupando o segundo lugar do ranking do site www.models.com, uma espécie de bíblia virtual das tops, ela assumiu agora a liderança - posição antes ocupada só por uma brasileira, Gisele Bündchen. Além de ter sido considerada pelo www.style.com (o site da revista Vogue América) a mulher mais bem-vestida do mundo, na frente de estrelas como Nicole Kidman, Raquel, agenciada pela TEN Models, é a brasileira com mais desfiles e campanhas na história da moda - segundo o site style.com.DISPUTADA"Estou em Paris filmando o comercial de TV de verão da H&M e recebi um telefonema da minha agente de Nova York contando que sou a número um no models.com", escreve pelo Blackberry, durante um pequeno intervalo entre as gravações. "Fiquei muito feliz em saber que o público admira meu trabalho e senti que todos os meus esforços nesses anos estão valendo a pena." Nascida em maio de 1983, Raquel iniciou carreira em São Paulo, depois de ser descoberta por um olheiro. Seu primeiro trabalho internacional foi no Japão.Após meses em terras orientais, onde ficou com a mãe, a beldade se mudou para Nova York - onde mora até hoje com o marido, o fotógrafo chileno Ruy Sanchez Blanco. No início da carreira, Raquel recebia cerca de US$ 500 por semana. Há dois anos, ganhava US$ 7 mil por um único desfile. Hoje, sua assessoria nem revela os valores do cachê.

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