Rebelião em Bangu 3 entra no quarto dia

A rebelião mais longa do Estado do Rio de Janeiro, cujo término estava previsto para as 7 horas desta sexta-feira, ainda não acabou. Pelo menos 28 pessoas continuam sendo mantidas como reféns por detentos amotinados no Presídio de Bangu Três. A principal exigência dos rebelados é a garantia de vida. Por isso, segundo os negociadores, a revista que acontecerá após a rendição dos presos será feita por soldados da Polícia Militar e não pelos agentes penitenciários. Segundo o Bom dia Brasil, da TV Globo, os presidiários temem retaliações dos agentes por causa da morte de um colega deles, no início da rebelião, na terça-feira. O acordo fechado entre os negociadores e os amotinados previa a libertação de todos os reféns, a partir das 7 horas, mas, até o momento, não houve nenhuma movimentação que indique o fim da rebelião. Um ônibus do Corpo de Bombeiros que está no local e poderá ser utilizado para transportar os reféns. O presídio permanece sem energia elétrica. Juízes da Vara de Execuções Penais do Rio acompanham as negociações.Para ler mais sobre a rebelião em Bangu 3: » Rebelados de Bangu 3 estariam tentando cavar um túnel » No terceiro dia da rebelião, recomeçam as negociações » Mais um refém é libertado em Bangu 3 » Rebelados de Bangu 3 liberam apenas quatro reféns » Tensão cresce em Bangu. Reféns entram em desespero. » Situação em Bangu 3 é insuportável, dizem refém, pelo celular » Retomadas as negociações em Bangu 3 » Governo do Rio suspende negociações com presos de Bangu 3 » Presos não conseguirão fugir, diz secretário » Operadoras prometem bloquear celulares na área de Bangu

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