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Rebelião em Campos está perto do fim

O agente penitenciário Alexandre Couto, que estava sendo mantido como refém pelos presos da Casa de Custódia Crispim Valentino, na cidade de Campos, região norte do Estado do Rio de Janeiro, foi libertado e passa bem, apesar de estar muito cansado.Couto afirmou que a rebelião, que já dura cerca de nove horas, está sendo comandada por um grupo pequeno de detentos. O agente contou que ficou preso em uma galeria onde havia diversos presos mantidos em celas trancadas. Do lado de fora, próximo ao portão da Casa de Custódia, cerca de oito presos continuam negociando a libertação dos reféns e o fim da rebelião.O diretor do sistema penitenciário, Manoel Pedro da Silva, está tratando da negociação diretamente com os presos. Mais cedo, os detentos aproveitaram a confusão para matar dois presos que eram estupradores e também para atear fogo em colchões.A situação, no momento, está relativamente tranqüila e é provável que a rebelião esteja chegando ao fim. Os policiais do 8º Batalhão da Cidade de Campos continuam do lado de fora da Casa de Custódia, reforçando a segurança externa do local e em apoio a um grupo de policiais militares do Batalhão de Operações Especiais do Rio (BOP), que também se encontra do lado de fora da unidade. Os bombeiros conseguiram há pouco entrar na unidade, para retirar os corpos dos presos que foram mortos mais cedo, durante a rebelião. As informações são da Rádio CBN.

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