Rebelião no Belém foi só para matar preso

A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária informou, há pouco, que o que houve no Centro de Detenção Provisória (CDP I do Belém), na zona leste de São Paulo, foi uma tentativa frustrada de rebelião Três funcionários chegaram a ser mantidos como reféns, mas foram liberados em seguida pelos detentos. De acordo com o órgão, os presos já retornaram às suas celas e a situação está totalmente normalizada no presídio.A secretaria confirmou também a morte do preso Dionísio de Aquino Severo. Ele foi resgatado no dia 17 de janeiro deste ano de helicóptero do Presídio de Segurança Máxima José Parada de Neto, mas acabou sendo recapturado depois de um assalto a banco em Maceió, capital alagoana.Na última sexta-feira, ele foi reconduzido a São Paulo e levado para o CDP do Belém. Ele estava condenado a 60 anos de prisão pelos crimes que cometeu.Ainda de acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária, a morte de Dionísio aconteceu quando ele se encontrava no parlatório, conversando com sua advogada. Em circunstâncias ainda não esclarecidas pelo órgão, outros detentos invadiram a área e o assassinaram num suposto acerto de contas.

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