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Rebeliões continuam em 17 prisões; 65 estão reféns

As rebeliões de presos comandadas pela facção criminosa PCC continuam em pelo menos 17 penitenciárias, com cerca de 65 reféns, segundo o último boletim do boletim da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado, divulgado às 15h30.No final tarde desta segunda-feira, a rebelião nas quatro unidades do Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia foi controlada. Pela manhã, já havia sinais de acordo com os detentos, quando cerca de 300 familiares que estavam junto com os presos começaram a ser liberados.As negociações envolveram dois advogados da OAB e membros da Comissão de Direitos Humanos, que foram autorizados a entrar no presídio.Eles fizeram vistorias e confirmaram o saldo de três agentes penitenciários feridos, sendo um em estado grave. A Tropa de Choque deixou o Complexo sob aplausos dos familiares de presos que estavam do lado de fora.Veja onde ainda os presos estão amotinadosPenitenciária de Junqueirópolis - 9 refénsPenitenciária II de Mirandópolis - 8 refénsCDP de São Bernardo do Campo - 2 refénsPenitenciária II de Guarulhos - 4 refénsPenitenciária I de São Vicente - sem refénsPenitenciária de Pacaembu - sem refénsCDP de Parelheiros - 3 refénsPenitenciária de Marília - 6 refénsPenitenciária I de Tremembé - 2 refénsCDP de Praia Grande - 2 refénsCDP de São Vicente - 2 refénsPenitenciária II de São Vicente - 5 refénsPenitenciária I de Reginópolis - 2 refénsPenitenciária II de Reginópolis - 5 refénsCDP de Ribeirão Preto - sem refénsCDP de Franco da Rocha - 6 refénsCDP de Taubaté - 9 reféns

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