Região de Blumenau ainda tem 4 mil imóveis sem luz

Rede de energia em Itajaí foi restabelecida; resgate voltou a trabalhar na região do Morro do Baú

Elvis Pereira, estadao.com.br

04 de dezembro de 2008 | 19h09

A Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) informou nesta quinta-feira, 4, que pelo menos 1,8% da rede da região de Blumenau ainda não foi recuperada, o equivalente a cerca de quatro mil imóveis. De acordo com a empresa, os funcionários têm enfrentado dificuldades para reparar os danos em áreas cujo acesso foi prejudicado pelas chuvas. Na região de Itajaí, as equipes já restabeleceram a rede e, agora, trocam os medidores de casas e comércios.  Veja também:Saiba como ajudar as vítimas das chuvas Resultados sobre leptospirose saem em 20 diasSC pede que Estados voltem a mandar doaçõesMais de 30 mil voltam para casa em SCDeslizamento adia liberação de BR que liga PR a SCSolo pode demorar 6 meses para estabilizarIML divulga lista de vítimas identificadas Repórteres relatam deslizamento em Ilhota  Mulher fala da perda de parentes em SC Tragédia em Santa Catarina Blog: envie seu relato sobre as chuvas Veja galeria de fotos dos estragos em SC   Tudo sobre as vítimas das chuvas    Para normalizar o fornecimento a alguns bairros de Luis Alves, a Celesc terá de reconstruir a rede que abastecia o município. Serão necessários 300 postes e 25 quilômetros de cabos para refazer a rede de 32 quilômetros, que partirá da subestação Itoupava Central, em Blumenau. A obra custará R$ 1,2 milhão e deve ser finalizada em 10 dias. Segundo a concessionária, continuam sem energia os bairros Alto Santana e Dom Bosco.  Nesta quinta, as equipes de resgate coordenadas pelo Corpo de Bombeiros de Santa Catarina retomaram as operações nas áreas consideradas de alto risco do complexo do Baú, em Ilhota, no Vale do Itajaí. O objetivo é verificar se há corpos ou possíveis sobreviventes dos estragos decorrentes das chuvas. A Defesa Civil liberou o acesso ao local apenas para as equipes, pois existe o risco de novos deslizamentos.  Geólogos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) estimam que a liberação total da aérea pode levar até 20 dias. Ilhota é um dos 14 municípios que decretaram estado de calamidade pública.

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