Divulgação/Prefeitura de Goiânia
Divulgação/Prefeitura de Goiânia

Para frear covid-19, região metropolitana de Goiânia vai fechar comércio

Medida será avaliada a cada sete dias e, caso a ocupação de leitos fique abaixo de 75%, volta a ser liberado o funcionamento dos setores econômicos. Continuam funcionando farmácias e supermercados

Andréia Bahia, especial para o Estadão

27 de fevereiro de 2021 | 05h00

GOIÂNIA - Em reunião realizada na tarde desta sexta-feira, 26, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e prefeitos e representantes de 11 municípios da região metropolitana da capital decidiram pelo fechamento das atividades econômicas. Continuam funcionando os serviços considerados essenciais, como supermercados, farmácias, postos de combustível, borracharias e oficinas mecânicas.

A medida será avaliada a cada sete dias e, caso a ocupação de leitos fique abaixo de 75%, volta a ser liberado o funcionamento das atividades econômicas com escalonamento regional intermitente, que funciona assim: a cidade é dividida em regiões e, a cada dia, uma região suspende as atividades econômicas.

A disseminação do vírus na região metropolitana de Goiânia corresponde à metade dos casos de covid-19 do estado. Nesta sexta-feira, o estado registrou 3.396 novos casos de covid-19. É o terceiro dia consecutivo que o número de casos supera a casa de 3 mil em Goiás.

As medidas entram em vigor assim que as prefeituras publicarem os decretos municipais. O prefeito de Goiânia, Rogério Cruz (Republicanos), antecipou na reunião que o decreto deve ser publicado na segunda-feira, 1º, para entrar em vigor no mesmo dia. Cruz assumiu após o prefeito eleito, Maguito Vilela (MDB), morrer vítima da covid-19. 

 

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