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Releitura de 'We Are The World' feita por juízes e servidores de Sergipe causa polêmica nas redes

Canção do projeto filantrópico USA for Africa foi transformada em 'Ai ai ai que bom'; na versão, que foi retirada do YouTube após avalanche de críticas, eles narram o esforço para prestar um bom serviço à população

Alexandre Hisayasu, O Estado de S. Paulo

30 de setembro de 2016 | 11h41

Magistrados e demais servidores do Tribunal de Justiça de Sergipe se tornaram um dos assuntos mais comentados das redes sociais desde esta quinta-feira, 29. O motivo: juntos, eles gravaram uma versão da música We Are The World, do projeto filantrópico USA for Africa, e a transformaram em Ai ai ai que bom.

O vídeo, gravado em estúdio, começa com os idealizadores pedindo "desculpas pela desafinação, foi feito com coração". As estrofes desafinadas narram o esforço dos servidores em prestar bom serviço à população, combater a criminalidade e vencer conhecidos problemas como cumprir prazos processuais. O refrão é marcante: "Ai ai ai que bom, o Judiciário existe; lutar, vencer, é por você que a gente persiste".

O vídeo, postado nesta quinta no YouTube, foi retirado em menos de quatro horas depois de receber milhares de críticas contra a iniciativa. 

A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Sergipe informou que a gravação do vídeo não teve nenhum custo aos cofres públicos. Ele foi exibido durante o Encontro de Planejamento Estratégico, em agosto, durante um momento de descontração do evento. A assessoria disse que a iniciativa foi dos servidores e que o vídeo era para ser visto apenas no encontro.

 

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