Repercussão do caso fez corregedoria participar

A participação da 5ª Corregedoria Auxiliar de São José do Rio Preto na Operação Fênix, deflagrada ontem pelo Grupo de Atuação Especial Regional de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de São José do Rio Preto, teria sido motivada pela repercussão do caso. O delegado da corregedoria, Laércio Ceneviva Filho, confirmou que há procedimento instaurado a pedido do Ministério Público para acompanhar o inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher, que apura os casos de pedofilia em Catanduva. De acordo com Ceneviva, a delegada da corregedoria Cristina Helena Spir já teria solicitado cópias do inquérito à Delegacia de Catanduva. O promotor do Gaeco, João Santa Terra, justificou a presença da corregedoria na Operação Fênix diante da "grande divulgação sobre a investigação da Polícia Civil". Ele classificou de "imprescindível" o apoio da corregedoria nas diligências realizadas ontem. Na Operação Fênix, a corregedoria acompanhou prisões e requisitou as perícias do Instituto de Criminalística, necessárias para os presos e os objetos apreendidos. O delegado Ceneviva acompanhou as diligências em Catanduva e em São José do Rio Preto e apresentou as ocorrências na Delegacia Seccional de Rio Preto, ao delegado Joseli Donizeti Curti.A ação do Ministério Público, segundo os promotores do Gaeco de São José do Rio Preto, teria sido motivada para aprimorar as investigações que estariam "comprometidas de modo irreparável", segundo o promotor João Santa Terra Junior, do Gaeco de Rio Preto.

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