Resgates diminuíram 24% após a Lei Seca, diz Samu

Dados do Samu contabilizam apenas 14 unidades do serviço e não indicam quantidade de atendimentos

da Redação, estadao.com.br

14 de julho de 2008 | 15h35

O Ministério da Saúde já recebeu informações de 14 unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que mostram uma redução média de 24% nas operações de resgate desde a entrada em vigor da lei que aumenta punições a motoristas que dirigem depois de consumir bebidas alcoólicas.  Entenda como funciona a Lei Seca Os dados se referem ao período de 20 de junho, quando a lei entrou em vigor, a 10 de julho. A maior queda dos resgates, de 47%, foi registrada pelo Samu que opera na região de Niterói, onde vivem 1,8 milhão de pessoas. Em Brasília, que cobre uma população de 2,5 milhões de habitantes, houve a segunda maior redução, de 40%. Em terceiro, com 35% de queda, vem o SAMU de Porto Alegre, que atende a 1,4 milhão de pessoas.  Os acidentes de trânsito têm um peso significativo nos atendimentos do serviço. Em Brasília, por exemplo, 45% dos resgates são para atendimento a ocorrências de trauma, das quais 60% estão relacionadas a acidentes de trânsito.

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