Retrato da saúde pública

Tenho 49 anos e trabalho como doméstica. Há três venho tentando ser atendida pelo SUS para resolver um problema de incontinência urinária. Já estive mais de 20 vezes no posto de saúde e ambulatório do bairro da Pedreira e também no Centro de Referência da Saúde da Mulher do Hospital Pérola Byington. Depois de refazer diversas vezes os exames de sangue e urina, que sempre perdem a validade pela demora no agendamento da nova consulta, finalmente recebi a notícia de que seria encaminhada para cirurgia. Ao chegar ao hospital Pérola Byington, no dia 27 de janeiro, fui informada de que meus exames tinham sido extraviados (mais uma vez) e que teria de marcar nova consulta com o médico para que ele fizesse nova solicitação de exames e voltar ao fim da fila. E o pior: minha consulta foi agendada para o fim de abril. Este é o triste retrato do atendimento de um dos melhores centros de atendimento da saúde da mulher no serviço público estadual do Estado mais rico do País. Não consigo imaginar como é a situação nas áreas menos privilegiadas. CLÁUDIA DIAS DOS SANTOSSão PauloA Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde informa que o Hospital Pérola Byington afirma que nunca perdeu os exames da paciente. Segundo a unidade, um novo sistema de prontuário digital está sendo implantado e o médico informou erroneamente à sra. Cláudia que os exames não estavam na unidade. A Secretaria informa que o mal-entendido foi solucionado, que a consulta será no dia 13 de abril e a cirurgia está agendada para o dia 11 de maio, podendo ser antecipada por indicação médica. Ajuste de tarifas aéreasViajo muito pela GOL e sempre fui bem atendido. Mas tenho percebido ultimamente que os valores e as políticas para mudanças de voo praticados pela empresa estão abusivos. Fiquei muito constrangido ao ter de mudar meu voo e ser taxado três vezes pelo mesmo erro, pagando no total mais do que a própria passagem. Foi-me cobrada uma multa por não comparecimento ("no show"), o que considero justo, uma vez que foi erro meu, mas em cima disso houve cobrança de uma diferença no valor do tíquete. Além desse valor, foi adicionada uma taxa de 10% referente ao serviço prestado! Senti-me roubado. Gostaria de deixar registrada minha indignação com a política dessa empresa.ADRIANO LAVEZZOSão PauloA GOL informa que tentou entrar em contato com o sr. Lavezzo, sem sucesso. A companhia disponibiliza, antes da finalização da compra do bilhete pelo site, as regras para cancelamento, remarcação e taxas. De acordo com o Contrato de Transporte, regulamentado pela Agência Nacional de Aviação Civil, na hipótese de o passageiro solicitar alterações no itinerário ou no horário original da viagem cabe ajuste da tarifa.Inclusão digital? O Telecentro da Prefeitura de São Paulo, no Largo do Paiçandu, além da boa localização e a atenção dos funcionários, tem computadores razoavelmente novos. A conexão com a internet, no entanto, é tão lenta que o usuário dispõe do computador por uma hora ao dia, mas, na prática, só consegue utilizá-lo por uns 10 minutos.HAROLDO LOPESSão Paulo?Speedymia? voltouA Telefônica desrespeita seus consumidores há muito tempo. Ela é considerada a 5.ª pior banda larga do mundo e é 400 vezes mais cara que a do Japão. A lei do call center entrou em vigor, porém tem sido ignorada pela empresa. Para piorar, desde o dia 6 de abril se tornou um verdadeiro inferno usar o Speedy. Segundo orientações da advogada Maria Inês Dolci, da Pro Teste, é direito do consumidor ter descontadas da conta as horas em que ficou sem o serviço. Os clientes devem calcular quantas horas de instabilidade enfrentaram, relatar ao SAC da empresa e solicitar ressarcimento. Segundo a advogada, os assinantes também devem registrar reclamações nos órgãos de defesa do consumidor. Parece simples, mas os clientes da Telefônica sabem o quanto é difícil ligar para o 10315. E a Anatel, faz o quê? Simplesmente fecha os olhos. Culpar os hackers por pane é cômodo, e o que o consumidor tem a ver com isso? Os clientes Speedy, além de amargar prejuízos, têm de perder seu tempo procurando a Justiça. Chega de incompetência! IZABEL AVALLONESão PauloA velocidade do Speedy na cidade de São Paulo continua a não merecer o nome. E fica a dúvida se a Telefônica vai conceder desconto a todos os usuários por deficiência do serviço.ADEMIR VALEZISão PauloAs cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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