Revisão de valores

Em maio solicitei extratos da minha caderneta de poupança de 1989 na Caixa Econômica Federal. A previsão de entrega era de 15 dias úteis, porém, passados mais de 7 meses e meio, nada foi feito. Nesse tempo fui diversas vezes à agência da Bela Vista para cobrar uma posição, mas tudo o que eles tinham para dizer é que os extratos ainda não tinham chegado. É óbvio que eu solicitei o documento para poder pleitear a reposição das diferenças creditadas durante os planos econômicos. E é óbvio também que a Caixa não o forneceu porque não interessa ao banco passar essas informações. Porém, no mesmo dia em que fiz a solicitação à Caixa, fiz também a outros dois bancos e fui atendido com a máxima atenção dentro do prazo estipulado. Como pode ser chamada essa atitude do banco? Não tenho mais esperança de obter esses extratos, mas fica aqui um conselho para quem estiver pensando em abrir uma conta na Caixa Econômica Federal: escolha outro banco, pois a Caixa não respeita o direito dos seus clientes.RICARDO SALVATORESão PauloA Assessoria de Imprensa Regional Paulista da Caixa Econômica Federal informa que os extratos solicitados foram localizados e estão à disposição do cliente na agência. A gerência da agência já entrou em contato com o sr. Salvatore para orientá-lo.O leitor responde: Fiquei 7 meses e meio esperando os extratos e nada. Só depois de mandar a reclamação à Coluna recebi e-mail do banco e um telefonema do gerente avisando que os documentos estavam à disposição.Burocracia no INSSEm 17 de janeiro estive no posto do INSS na Avenida Brigadeiro Luís Antônio para dar andamento ao meu processo de aposentadoria, mas não fui atendida. O atendimento ficou agendado para o dia 12 de junho. Compareci nesse dia e uma funcionária me informou que o processo estava em ordem, bastando a retirada da documentação original no posto da Baixada do Glicério, no centro. Segundo ela, esse procedimento não demandaria mais do que uma semana. Eu teria de regressar depois para formalizar o início do recebimento do benefício. Retornei após 15 dias e fui informada de que essa documentação não tinha sido retirada no posto, pois não havia veículo para levar o funcionário ao local. Aguardei por mais algum tempo e voltei em 7/8, recebendo a mesma resposta. Em 11/9 fiz uma reclamação na Ouvidoria do INSS. Em 12/11 entrei novamente em contato com a Ouvidoria e fui informada de que minha reclamação tinha sido comunicada ao posto da Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Passaram-se quase seis meses desde o primeiro atendimento, mas nada foi resolvido. Dizem apenas que o problema está na falta de um veículo para levar um funcionário ao posto do Glicério. Ora, se a questão é essa, por que eu mesma não posso providenciar a retirada dos documentos e trazê-los ao posto que está cuidando de meu benefício?MARIA DA GLÓRIA G. GIMENESSão PauloA assessora de Comunicação do INSS-SP, Magali Leme, esclarece que a segurada deverá comparecer na Agência da Previdência Social São Paulo, na Avenida Brigadeiro, para esclarecer o motivo de ter solicitado o cancelamento de outro pedido de aposentadoria, em novembro de 2006. Com essas informações, o INSS poderá concluir a análise do atual pedido de benefício.Recadastramento Aposentada e com problemas de saúde, não me lembrei de fazer o recadastramento no Instituto de Previdência do Estado de São Paulo (Ipesp) nem recebi prévio aviso algum. Por isso em dezembro cortaram meus parcos rendimentos. Nada mais cruel e injusto! O governador, que almeja ser presidente, não cumpre com o Estatuto do Idoso e não terá o meu voto.YVETTE KFOURI ABRAOSão PauloA pé na cidade não dá!A resposta dada pela CET à sra. Vanessa Lima (11/12) pela reclamação sobre a falta de travessia para pedestres no cruzamento das Ruas Haddock Lobo com a Luís Coelho espelha o descaso confessado pela companhia com relação aos pedestres e seu desrespeito ao Código Nacional de Trânsito. A CET somente se preocupa com os carros e com a fluidez do trânsito na cidade, sem dar a menor importância aos perigos que essa política infringe aos cidadãos. Expõe a quem ouse caminhar ou se locomover pela cidade, por outro meio que não seja o motorizado, a todo o tipo de perigo, injustiça e humilhação. Já é hora de nossas autoridades darem um basta a esse tipo de política.MARIA TEREZA MURRAYSão PauloAs cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.