Sérgio Moraes/REUTERS
Sérgio Moraes/REUTERS

Rio realiza culto em homenagem às vítimas do Voo 447

Parentes e amigos participam de missaem memória aos passageiros do avião desaparecido

EFE,

04 de junho de 2009 | 10h27

Os ministros das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, e da França, Bernard Kouphner, participaram nesta quinta-feira, 4, de uma missa em homenagem aos passageiros do voo 447 da Air France na Igreja da Candelária, no Centro do Rio de Janeiro. A aeronave desapareceu na noite do último domingo, quando voava do Rio para Paris, e tinha 228 pessoas a bordo, em sua maioria brasileiros e franceses. 

 

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A cerimônia contou com a presença de familiares e amigos das vítimas e autoridades locais. No momento, a igreja está lotada. Segundo a agência EFE, o presidente Luís Inácio Lula da Silva, que chegou na madrugada desta quinta,4, de uma viagem da Costa Rica, poderia participar da missa, o que não aconteceu. A presença do presidente, entretanto, não estava confirmada e dependia de algumas mudanças que em sua agenda.

 

Na quarta-feira, 3, foi realizado na catedral de Notre-Dame, em Paris, uma cerimônia inter-religiosa em homenagem aos passageiros do voo AF 447. O presidente francês Nicolas Sarkozy, sua esposa, Carla Bruni, o primeiro ministro francês François Fillon e o ex-presidente Jacques Chirac estiveram presentes no culto.

 

Buscas

 

A Marinha e a Força Aérea Brasileira continuam as tarefas de busca dos destroços do Airbus A330-200, junto com aviões e navios da França, da Espanha e de outros países, que operam em uma área remota do Oceano Atlântico.

 

O avião da Air France desapareceu no mar entre Brasil e Senegal e, até agora, apenas alguns destroços foram encontrados flutuando em águas do Atlântico, mas não foram achados vestígios de corpos nem pertences dos passageiros.

 

A área onde os destroços foram avistados é próxima às ilhas de São Pedro e São Paulo, formações rochosas desabitadas situadas a cerca de 704 quilômetros de Fernando de Noronha e a 1.296 quilômetros da cidade de Recife. Segundo o ministro da Defesa, Nelson Jobim, "não há dúvida nenhuma de que é o local da queda".

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