Rio sofre com chuva contínua; mortos chegam a 14

Aeroportos Tom Jobim e Santos Dumont operam por aparelhos; prefeito reúne-se com Defesa Civil

Agência Estado,

31 de dezembro de 2009 | 11h07

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, que acompanhava, pela manhã, o trabalho da Defesa Civil nas ruas da cidade por conta da chuva forte que cai desde quarta-feira, 30, sobre o Rio. Há mais de 22 horas chove no Rio, agora com menos intensidade. Na cidade, os pontos mais afetados são na Zona Norte.

 

Chuva mata pelo menos 8 pessoas na cidade do Rio

 

Em Copacabana, onde será realizada a principal queima de fogos do réveillon carioca, e nos demais bairros da Zona Sul, não há muitos pontos de alagamento. Não há ainda um balanço definitivo sobre o número de vítimas.

 

As informações preliminares giravam em torno de dez mortes, a maior parte fora do Rio, em municípios da Baixada Fluminense, mas a Defesa Civil confimrou que foram 14 mortes. Os aeroportos Tom Jobim e Santos Dumont operam por aparelhos.

 

O Santos Dumont fechou por uma hora para pousos e decolagens, mas agora funciona normalmente.

 

Segundo previsão do Climatempo, as chuvas permanecerão durante o dia, mas devem perder intensidade já de noite, devido à entrada de uma frente fria com ventos de origem polar.

 

O instituto diz que a possibilidade de chuva na hora da virada é alta.

 

Até agora, Ilha do Governador (106 mm), Penha (96,6 mm), Bangu (95,2mm), Tanque (91,2 mm) e Medanha (160,8 mm) estão entre os pontos de maior incidência de chuvas na cidade do Rio.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.