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Rio tem histórico de operações que acabam com quadrilhas de PMs

Em dezembro de 2006, 75 policiais foram presos sob acusação de tráfico, venda de armas, sequestro e extorsão

Fábio Grellet, O Estado de S. Paulo

15 de setembro de 2014 | 20h13

RIO - Operações policiais que desmontam quadrilhas formadas por policiais militares não são raras. Uma das mais conhecidas realizadas no Rio ocorreu em dezembro de 2006, quando 75 policiais - 40 do mesmo quartel - foram presos sob as acusações de tráfico, venda de armas e munições, sequestro e extorsão. Aquele grupo facilitava a ação de traficantes: em troca de propina, deixavam de policiar as áreas dominadas pelos criminosos. Essa investigação culminou com a prisão do ex-chefe da Polícia Civil Álvaro Lins, em 2008.

Outro caso famoso envolve a morte da engenheira Patrícia Amieiro, que desapareceu em junho de 2008, quando voltava de um show no morro da Urca, na zona sul. O carro dela foi encontrado com marcas de tiros, e quatro policiais são acusados pelo crime.

Um dos casos mais recentes envolve dois policiais acusados de matar um menor que praticava pequenos delitos na região central do Rio. Em 11 de junho, esses PMs recolheram três rapazes, que foram levados a um matagal no morro do Sumaré (zona norte). Ali, dois deles teriam sido baleados. Um morreu e outro se fingiu de morto e conseguiu sobreviver. Os dois policiais estão sendo processados.

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