Saiba mais sobre os chips que serão instalados nos veículos

Cada um dos cerca de 43 milhões de veículos que existem no Brasil será obrigado, num prazo de cinco anos, a ter chip monitorado por antenas para facilitar a localização de carros, caminhões e motocicletas roubados, verificar a regularização quanto ao pagamento de impostos, como o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), facilitar a localização de veículos roubados e melhorar o gerenciamento de trânsito. A medida que prevê a instalação do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav)foi aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em resolução publicada no dia 22 de novembro de 2006 no Diário Oficial da União. O equipamento será instalado pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). Ainda não há valor estimado para a instalação do chip. Mas o proprietário que não tiver o dispositivo em seu veículo pagará multa de R$ 127,69, além de ter 5 pontos anotados na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o carro retido até a regularização. O chip será instalado na parte interna do pára-brisa dianteiro do veículo e vai transmitir, por meio de radiofreqüência, ou número de série, a placa do veículo, o chassi e o código do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Essas informações, recebidas por uma antena, serão repassadas a uma central de monitoramento do Siniav. No caso dos veículos que não possuem pára-brisa, o equipamento será fixado em local que garanta seu pleno funcionamento. Sobre o prazo de validade do chip, isso dependerá do tipo de dispositivo: ativo (com bateria), mais caro e sofisticado, com duração superior a cinco anos, e o passivo (sem bateria), mais barato que tem vida útil longa, próxima à dos veículos. Há experiências similares com chip nos veículos nos Estados Unidos (Nova York), Inglaterra (Londres) e Suécia (Estocolmo).

Agencia Estado,

10 Abril 2007 | 19h49

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