Saito nega existência de ´buraco negro´ no espaço aéreo

O comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, afirmou nesta quinta-feira, 12, em audiência pública no Senado, que não existe ´buraco negro´ no espaço aéreo brasileiro. Ele repetiu a informação dada na quarta-feira, em audiência pública na Câmara, de que a expressão traz a impressão de "terra de ninguém". Na quarta-feira, Saito disse que não passa de "maldade" a alegação de controladores de que existe "buraco negro" no espaço aéreo brasileiro. "Dá a impressão que isso é terra de ninguém e não é verdade. Buraco negro não existe mesmo quando a aeronave fica fora do controle do radar", afirmou, explicando que nesses casos usa-se o rádio. O comandante também disse na quarta que o equipamento responsável pelo controle aéreo não é obsoleto e a Aeronáutica está formando novos profissionais para atuar no sistema. Segundo Saito, "o que pode existir são lacunas abaixo do nível 300, ou seja, a 10 mil pés". Ele afirmou que essas lacunas são totalmente controladas. "Falar em buraco negro é maldade. De fato ele não existe", afirmou. A exposição de Saito, do ministro da Defesa, Waldir Pires, do diretor da Anac, Milton Zuanazzi, do presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Proteção ao Vôo, Jorge Botelho e do presidente da Infraero, José Carlos Pereira, acontecia na sessão conjunta das comissões de Fiscalização e Controle e Relações Exteriores, do Senado.

Agencia Estado,

12 Abril 2007 | 16h33

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