São Paulo cai no índice das melhores cidades para se viver

São Paulo caiu no índice internacional que mostra as cidades com melhor qualidade de vida no mundo. A capital paulista era a 107ª colocada no mundo entre 215 cidades avaliadas em 2005 pela consultoria Mercer. Em 2006, São Paulo caiu para a 108ª posição, em parte por causa da violência. A liderança no ranking é de Zurique, seguida por outra cidade suíça, Genebra. A terceira melhor cidade para se viver no mundo é Vancouver, no Canadá, seguida pela austríaca Viena. A pior avaliação é para Bagdá.Entre as cidades brasileiras, Brasília é a que está melhor posicionada no ranking e ocupa a 104ª posição, uma abaixo de Xangai. Na América do Sul, Montevidéu é a que aparece na posição mais alta e é classificada como a 76ª melhor cidade para se viver. Buenos Aires vem na 78ª posição, enquanto Santiago, no Chile, ocupa a 81ª colocação. SegurançaJá o Rio de Janeiro ocupa apenas a 117ª posição, enquanto Manaus aparece apenas na 129ª posição. Segundo os autores do ranking, a falta de segurança e as condições sociais desses locais contribuem para o fraco desempenho. A questão da segurança é tão grave que, pela classificação, as cidades israelenses de Jerusalém e Tel Aviv, onde freqüentemente ocorrem ataques terroristas, estão em situações mais confortáveis que o Rio de Janeiro. No geral, são as cidades no Canadá, Europa e Austrália que dominam os primeiros postos na classificação. Honolulu, capital do Havaí, é a líder entre as cidades dos Estados Unidos e ocupa a 27ª posição. SuíçasEntre as dez melhores cidades para se viver, três estão na Suíça. Além de Zurique e Genebra, Berna ocupa a nona colocação. Londres é a 39ª, enquanto cidades no Leste Europeu ganham posições no ranking, entre elas Budapeste, Praga ou Varsóvia. O motivo seria a entrada dos países do Leste Europeu na União Européia (UE), o que teria dado um impulso ao padrão de vida de suas capitais. Na Ásia, a cidade melhor colocada é Cingapura, na 34ª posição. Com a classificação, a consultoria espera ajudar empresas multinacionais e governos que precisam enviar seus funcionários ao exterior. A avaliação leva em conta as condições políticas, sociais, de segurança, de meio ambiente, educação, acesso aos serviços públicos e transporte.

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