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São Paulo tem manhã mais tranqüila após onda de ataques

São Paulo tem uma manhã de terça-feira relativamente calma, após mais de 70 horas de ataques do crime organizado contra as forças de segurança do Estado. O comércio abriu as portas e o transporte funciona normalmente. Apenas algumas escolas e faculdades não tiveram aulas pela manhã. Com o final das rebeliões nos presídios e cadeias públicas, houve uma redução substancial de confrontos de bandidos com policiais. O caso mais grave ocorreu em Osasco, na Grande São Paulo, quando bandidos tentaram acertar a sede de um batalhão da Policia Militar e também o Fórum. Quatro criminosos morreram e um está internado. Também foram presos vários homens armados em diferentes pontos da Grande São Paulo, inclusive um rapaz que preparava coquetéis molotovs.Mesmo com a suspensão do rodízio pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o índice de congestionamento na cidade está bem abaixo do normal. Foram registrados às 8h30, 32 quilômetros de congestionamentos nas principais ruas e avenidas monitoradas pela empresa, bem abaixo para o período que é de 84 km. Com o rodízio suspenso, os veículos com placas finais 3 e 4 podem circular normalmente no centro expandido da cidade nos horários de pico, entre 7h e 10h e das 17h às 20h.Os ônibus de algumas companhias que atendem as zonas sul e leste saíram das garagens pelo menos com duas horas de atraso, o que permitiu a formação de longas filas em pontos. Os terminais de ônibus da zona sul também foram abertos quase que às 7 horas, quando normalmente abrem por volta das 5 horas.O Metrô está operando normalmente desde às 4 horas, em todas suas estações. O mesmo ocorre com as linhas ferroviárias que atendem a Grande São Paulo, através da Companhia de Trens Metropolitanos (CPTM).Alguns estabelecimentos que tradicionalmente operam 24 horas, como postos de gasolina, supermercados e outros voltaram a abrir, e funcionam normalmente.Nos três dias de violência no Estado, foram mais de 180 ataques, 96 mortes, 55 feridos e mais de 60 ônibus foram queimados. Nas rebeliões que atingiram mais de 70 unidades, nenhum preso fugiu.

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