Saulo fala em caso ''requentado'' e ex-comandante defende ação

Na época da Castelinho, Saulo de Castro Abreu Filho era secretário da Segurança Pública de São Paulo e o coronel Ruy Cesar Mello, comandante-geral da PM. Procurado pela reportagem, Abreu Filho disse que "o assunto era requentado e o caso estava na Justiça".Mello afirmou que a ação foi legal, houve confronto, que não viu os laudos da perícia e um mês depois do caso passou para a reserva. A conduta de Abreu Filho e de dois juízes foi investigada pelo Tribunal de Justiça (TJ). Por 21 votos a 1, os desembargadores paulistas arquivaram o inquérito em 2005.

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