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Sayad admite rever ISS de São Paulo

O secretário de Finanças e Desenvolvimento Econômico do município de São Paulo, João Sayad, afirmou que pode rever a alíquota de 5% do Imposto sobre Serviços (ISS).A declaração foi feita em encontro com associados do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Locação de Imóveis Residenciais e Comerciais do Estado (Secovi-SP), na última sexta-feira.Conforme um dos presentes, Sayad admitiu a revisão do ISS para reduzir os custos das empresas instaladas na capital, a fim de evitar que se mudem para outras cidades. O secretário não forneceu, contudo, prazo para a mudança ou o novo valor da alíquota.A mudança na tributação do ISS foi uma das reivindicações apresentadas pelos construtores, no encontro de sexta-feira.Segundo o setor, além de alta, a alíquota é cobrada sobre um valor presumido de serviços e mão-de-obra. A queixa das empresas é que a tabela está defasada. Com os ganhos de produtividade, os gastos reais com pessoal e serviços é inferior ao estimado pela Prefeitura, onerando as atividades.Conforme a fonte, Sayad não deixou claro se, além da alíquota, revisará também a tabela de gastos presumidos.O secretário também reafirmou sua disposição de cobrar pelo uso do subsolo paulistano. A taxa recairia sobre empresas de telecomunicações, energia e saneamento.Quanto ao Imposto Territorial Urbano (IPTU) progressivo, Sayad declarou que pretende implantá-lo, mas a medida exigiria estudos cuidadosos, que cruzem os dados de áreas dos imóveis, localização, faixa de renda e outros.

Agencia Estado,

11 de junho de 2001 | 17h18

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