Secretário admite que lei mudou seleção na saúde

As alterações feitas pela administração Gilberto Kassab (DEM) na lei da terceirização na saúde diminuíram as exigência da Prefeitura para que entidades sem fins lucrativos possam prestar serviços no setor. Segundo as informações apresentadas ontem pela Secretaria de Gestão do Município, será necessário que a entidade sem fins lucrativos faça parte de um cadastro único da Prefeitura e se associe a uma Organização Social.A lei original dizia que apenas podiam administrar serviços terceiros qualificados como Organizações Sociais (OSs) e, para isso, o nível de exigência era mais alto: conselho de administração e balancetes semestrais eram algumas delas.De acordo com o secretário Januário Montone, a mudança visa a auxiliar as OSs a assumir grandes regiões de saúde."Ser uma OS é um peso, precisa de conselho de administração, balancete. E às vezes há uma entidade organizada, com experiência, mas o custo de transição para ela ser uma OS é muito grande", afirmou.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.