Secretário não vê sinais de crime organizado em greves

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Saulo de Castro Abreu Filho, preferiu interpretar a expressão "crime organizado", usada pela prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, a respeito dos movimentos dos motoristas e dos coletores de lixo, como "fruto do debate da prefeita com os serviços da cidade, como limpeza, camelôs, transporte clandestino"."Crime organizado é outro departamento", disse ele, durante participação no 47º Congresso Estadual de Municípios, que se encerra neste sábado no Guarujá, no litoral sul de São Paulo.Para o secretário, "a expressão crime organizado tem uma conceituação até jurídica", não se aplicando aos episódios recentes vividos em São Paulo. "Questões como perueiros, camelôs, enchentes e transporte clandestino foram amplamente debatidas na campanha eleitoral e são os grandes desafios da prefeita", disse Saulo de Castro Abreu Filho, que ressaltou: "Esses problemas não devem ser combatidos pela polícia, pois a polícia combate o crime".

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