Segurança no trabalho

Sou enfermeira aposentada. O motivo de minha carta é que, quando eu trabalhava, tive muitos colegas que sofreram acidentes com agulhas, bisturis e outros materiais cortantes, expondo-se a diversos tipos de vírus. Três grandes amigos foram afastados por contrair doenças em acidentes de trabalho. Fiquei feliz com a Norma Regulamentadora n.º 32 (NR 32, de 11/2005), que regulamenta a segurança do profissional da área de saúde. Desde então acompanho essa evolução e fiquei desapontada ao saber que nenhuma fiscalização está sendo feita. Pelo meu entendimento, não só hospitais são obrigados a se adaptar, mas também farmácias. Estive em duas farmácias do Itaim, uma na Rua Clodomiro Amazonas e outra na Tabapuã (Drogasil), e vi que elas usam coletores de papelão para agulhas e seringas. A norma, no entanto, diz que resíduos devem ser descartados em recipientes de materiais laváveis, arredondados. MEIRE REGINASão PauloA Secretaria Municipal da Saúde informa que: A Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) inspecionou a Drogasil Filial 309, por solicitação de Renovação do Cadastro Municipal de Vigilância em Saúde, nos dias 29/4, 9/6 e 17/7. A farmácia está de acordo com a legislação e, por isso, foi concedida a renovação. A Covisa esclarece que a outra farmácia pode ser denunciada pela Central da Prefeitura 156, desde que o reclamante informe nome e endereço completos. A fiscalização de farmácias e drogarias no Município é feita regularmente por meio de programas de inspeção sanitária ou em caso de denúncias.Calçada para todosConstruíram rampas, acessos aos coletivos e fizeram outras modificações para os portadores de deficiência. Mas esqueceram que as calçadas devem ser retas e uniformes para que todos possam andar sem correr o risco de cair.MARICELMA C. DOS SANTOSSão PauloA Prefeitura responde:A questão da acessibilidade nas calçadas é séria. Exigimos dos donos dos imóveis particulares a manutenção dos passeios em frente a eles, conforme a legislação. Fizemos reformas de passeio em várias ruas da cidade, e não apenas nas regiões mais centrais, totalizando até o momento 315 km de calçadas e 5 mil rampas de acessibilidade. Com a Lei 4.675 (Plano Emergencial de Calçadas), da vereadora Mara Gabrilli, publicada em 24/1, poderemos reformar os passeios de rotas consideradas estratégicas, que ligam os centros comerciais de cada subprefeitura, seja estrutural ou não, em cada região da cidade. No total são 600 km, e o planejamento é de que sejam feitos em até cinco anos. ANDREA MATARAZZO, secretário das SubprefeiturasEntulho e lixo na ruaMoro num prédio que fica na esquina das Ruas Alba com a Contos Gauchescos, na Vila Parque Jabaquara. Moradores da favela em frente jogam lixo e entulho, o que atrai ratos. LUCIENE BERBERT BIANCHISão PauloA Subprefeitura do Jabaquara responde:O local é um ponto viciado de despejo de lixo e entulho. Os serviços de limpeza e coleta são feitos todas as quintas-feiras. Entendemos a indignação da leitora, mas a subprefeitura atua sistematicamente na limpeza do local e de todos os lugares de despejo de lixo e entulho clandestinos. Analisamos a possibilidade de diminuir o intervalo entre as coletas. A comunidade pode colaborar com a limpeza das ruas respeitando os dias e horários de coleta de lixo, usando os Ecopontos para se desfazer de resíduos e entulho provenientes de reformas e construções.Caminhões de limpeza Há uma feira livre às terças-feiras nos últimos quarteirões da Rua Afonso Celso, na Vila Mariana. A varrição e a lavagem eram feitas até as 15h30. Há um mês (carta de 14/8), mudaram para as 23 horas. SERGIO LISTIKSão PauloA Subprefeitura da Vila Mariana responde:A limpeza do local será intensificada. Por causa do novo rodízio de caminhões, a limpeza das feiras deve ocorrer entre 5 e 16 horas. Dependendo do lugar ou da quantidade de feiras no dia, a limpeza é feita no término do rodízio (entre 21 e 5 horas). Poderão surgir alguns inconvenientes na região, que ainda se está adequando à legislação específica.O leitor comenta que caminhões de limpeza deveriam ficar fora do rodízio, pois são itens de prioridade ambiental e sanitária.As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2929 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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