Marcos de Paula/AE
Marcos de Paula/AE

Seis feridos após ônibus cair de viaduto estão em estado grave

Ao todo 21 pessoas continuam internadas; seis morreram no acidente em Itaguaí, na Baixada Fluminense

Roberta Pennafort, O Estado de S. Paulo

08 de agosto de 2013 | 11h50

RIO - Vinte e uma pessoas que ficaram feridas na queda de um micro-ônibus de um viaduto em Itaguaí, na Baixada Fluminense, na quarta-feira, 7, continuam internadas, seis delas em estado grave. São casos de fratura e traumatismo, segundo informou a prefeitura. Seis pessoas morreram, inclusive o motorista do ônibus, Carlos Alberto Oliveira da Silva, que, de acordo com testemunhas, estava em alta velocidade.

Os enterros estão marcados para a tarde desta quinta-feira, 8. Silva será velado em Itaguaí, mas enterrado em São Paulo. Os parentes das vítimas estão revoltados. "Minha filha só pegou este ônibus porque a kombi não aceita o Riocard. Não sei como vou fazer sem minha filha nem o que meu neto de três anos vai fazer sem a mãe", disse a autônoma Andreia Delgado, de 41 anos. Andrelucy Serra, de 22 anos, voltava para casa, depois de deixar um currículo em uma empresa onde tentava um emprego, para dar uma vida melhor ao pequeno João Pedro. Amigos contaram que ela era muito religiosa e frequentava a Igreja do Evangelho Quadrangular assiduamente.

Outro caso. Em 2 de abril, um acidente parecido deixou nove mortos no viaduto Brigadeiro Trompowski, próximo à Ilha do Governador, na zona norte do Rio. O motorista do ônibus, André Luiz da Silva, e o estudante Rodrigo dos Santos Freire brigaram dentro do veículo, provocando o acidente, segundo a polícia. Eles foram indiciados.

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