Sem Meio Ambiente, PV deixa gestão Alckmin

Verdes recusam pasta da Assistência Social e bancada diz que agirá com 'independência' durante o governo do tucano

Roberto Almeida, O Estado de S.Paulo

22 de dezembro de 2010 | 00h00

Sem chances de assumir a pasta do Meio Ambiente, o PV paulista decidiu ontem, em reunião da bancada estadual, declarar "independência" e afirmou que está fora da próxima gestão do governador eleito, Geraldo Alckmin (PSDB).

Membros do partido se irritaram com a sondagem de nomes para a pasta, que incluem o do deputado estadual tucano Bruno Covas. "O PV não está na política para discutir cargos. Nós queremos discutir programa e nossas propostas não foram aceitas. Declaramos independência", afirmou o presidente da legenda em São Paulo, Maurício Brusadin.

A equipe de transição, capitaneada pelo futuro chefe da Casa Civil, Sidney Beraldo, havia oferecido ao PV a pasta de Assistência e Desenvolvimento Social. Os verdes desejavam Esportes e Meio Ambiente, com indicação de membros da bancada.

Orçamento. A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou ontem o projeto de Orçamento para 2011. Emendas do PT ainda seriam votadas, mas a expectativa era que todas fossem derrubadas.

As despesas do governo estão estimadas em R$ 140,6 bilhões. Investimentos estão previstos em R$ 10,6 bi. A maior fatia é da Secretaria de Transportes Metropolitanos, com R$ 4,6 bi.

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