''Senado foi mais realista que o rei''

Líder do movimento dos caras-pintadas e presidente da UNE na ocasião do impeachment, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) comentava o "grande erro de Sarney e da equipe" por retirar o fato histórico do "túnel do tempo" quando foi informado de que o presidente da Casa tinha mandado incluir na galeria o registro da cassação do ex-presidente.

Luciana Nunes Leal, O Estado de S.Paulo

01 de junho de 2011 | 00h00

"Era um erro, mas vejo que agora Sarney entendeu que não foi um acidente. Foi um momento do qual temos orgulho na nossa história. Foi um processo que veio das ruas, mas obedeceu os princípios da legalidade", comentou.

"O pessoal do Senado tinha sido mais realista que o rei. O próprio Collor acha que este não foi um momento menor da história do País", disse Lindbergh. O petista afirmou que agora, no Senado, tem "relação educada e civilizada" com o ex-presidente, companheiro da base de sustentação do governo Dilma Rousseff.

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