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Senado se reúne para discutir onda de violência

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) está reunida extraordinariamente para discutir medidas urgentes de combate ao crime organizado e à criminalidade, depois dos recentes ataques, em São Paulo. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, reconheceu a responsabilidade dos governos estaduais e defendeu a união de todas as instâncias do País, incluindo governo federal, estadual, sociedade civil e Congresso Nacional, para o combate sistêmico ao crime organizado. "A criminalidade aumentou em todo o País. Não dá para se tolerar uma distância olímpica do governo federal, como se ajuda fosse um gesto de magnanimidade. Todos nós juntos temos de decidir se baixamos a cabeça para o crime organizado ou vamos enfrentá-lo", afirmou Virgílio, ressaltando a necessidade de as forças políticas não se perderem "nas picuinhas" e apenas na visão eleitoreira". Virgílio disse ainda que a questão da segurança pública não foi prioridade no governo Fernando Henrique Cardoso, como também não está sendo no governo Lula. Ele lembrou que a missão brasileira no Haiti gastou R$ 560 milhões enquanto que o governo brasileiro liberou para o Fundo Nacional de Segurança Pública R$ 275 milhões. Em relação ao Exército, Virgílio disse que o governo deveria se preocupar em usar as Forças Armadas nas fronteiras para impedir o tráfico de drogas e de armas.

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