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Seqüestrador nega crimes e fortuna

Pedro Ciechanovicz, o Pedrão, negou nesta terça-feira em seu depoimento de cem linhas, no Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), estar envolvido em 15 seqüestros. Aos policiais - que ouvirão nesta quarta João Bertin - prometeu colaborar e indicar os cativeiros onde ficaram Bertin e o empresário Roberto Benito Júnior.Pedrão negou que tenha acumulado uma fortuna de US$ 10 milhões. Disse ter passado 16 anos na prisão e se envolvido em diversos "negócios". Nesta terça, a polícia liberou trechos de gravações de Pedrão, dias antes de ser preso, falando com a mulher."Que tipo de polícia esteve aí (numa casa dele, em Suzano, invadida pela PM na quarta-feira). Civil ou militar? Falaram meu nome? As coisas estão apertando. Mandei cancelar tudo que tinha feito e vou apressar para resolver aquele problema."A polícia acredita que a conversa era sobre a diminuição do resgate de Bertin, de US$ 700 mil para US$ 500 mil, e sua libertação.

Agencia Estado,

11 de fevereiro de 2003 | 22h05

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