Ser mãe vira profissão

Todos os dias, Marli da Silva levanta às 6 horas para acordar as crianças. Depois de um rápido café da manhã, manda uma parte delas para a escola e outra para o centro cultural. A próxima refeição será o almoço, já com todos de volta, e a tarde fica reservada para olhar cadernos, arrumar uniformes, aprontar o jantar. A maratona termina por volta de 21 horas, quando ela vai dormir e se preparar para o dia seguinte. Aos 35 anos, sua rotina é parecida com a de milhões de mães. Diferentemente das outras brasileiras que comemoram hoje seu dia, porém, Marli tem carteira assinada, direitos trabalhistas e salário para tomar conta da casa. Além disso, sai de folga uma vez por semana, tira férias e é responsável por nove crianças e adolescentes que não gerou. Juridicamente, ela exerce a função de mãe social, atividade oficializada em 1987 pela Lei 7.644, mas pouco conhecida no País. Leia mais no site do Estado.

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