Serviço malfeito

Tínhamos em casa duas linhas telefônicas; uma que usávamos com frequência e outra que servia para a internet. Resolvemos pedir à Telefônica o cancelamento da segunda. Em 23/3 desligaram a linha errada e o problema começou. No mesmo dia solicitamos que religassem a linha. A promessa era de que em 4 dias tudo seria resolvido, mas isso não ocorreu. A Telefônica ficou de fazer o serviço entre os dias 27/3 e 1.º/4, mas nenhum funcionário apareceu. O que enfurece, mais do que a demora para religar uma linha, é ver o não-cumprimento de nossos direitos. É ter de contar com a esperança de que daqui a alguns dias a linha voltará a funcionar. Não fomos nós que erramos ao desligar uma linha não solicitada. No áudio da gravação entre mim e o atendente da Telefônica, quando do primeiro contato, é possível confirmar o pedido. Além disso, os números das duas linhas são bem diferentes. O que poderíamos fazer para que uma simples linha telefônica, usada por uma família há mais de 20 anos, seja novamente acionada? Se não puderem fazer isso, ao menos nos digam que teremos de adquirir outra. Seria mais honesto.FABIANA MUSSATOSão PauloA Assessoria de Imprensa da Telefônica informa ter feito os ajustes técnicos necessários e reinstalado a linha da sra. Fabiana. A outra linha foi cancelada, conforme solicitado pela cliente. A empresa esclarece que entrou em contato com a cliente para os esclarecimentos necessários e pede desculpas pelos transtornos causados. Para outros esclarecimentos, os clientes devem entrar em contato com a Central de Atendimento.Descaso em UbatubaResido em Ubatuba no bairro do Lázaro, e na Rua Perequê Mirim não há iluminação pública nem postes de energia. Trata-se de um local onde há grande circulação de moradores e à noite é um breu total. Há também buracos em todo o trecho. No ano passado solicitei à prefeitura a instalação de postes, que respondeu não haver verba. Gostaria de pedir ajuda a este jornal.SILVANA GRANIEROUbatuba A prefeitura de Ubatuba, por meio da Secretaria de Obras, informou que a solicitação da sra. Silvana em relação aos postes deve ser encaminhada à Elektro, concessionária de energia da cidade. Disse que ela deveria solicitar o prolongamento da rede para que depois, com os postes no local, a prefeitura possa fazer a instalação das devidas luminárias. A Secretaria de Obras informou ainda que o bairro do Lázaro receberia os serviços de capinação, limpeza de valas e tapa-buracos. A Assessoria de Imprensa da Elektro informou que, se houver interesse da prefeitura, a empresa poderá elaborar um projeto de iluminação para o local e apresentar o orçamento à municipalidade. E que a execução da obra estará condicionada ao pagamento dos custos referentes à implementação da infraestrutura. A leitora contesta: Até o momento nada do que foi dito pela prefeitura foi feito. As ruas continuam cheias de buracos e os terrenos estão com mais mato e lixo. Em maio do ano passado solicitei à Elektro os postes, que disse que teria de falar com a prefeitura. É um jogo de empurra-empurra. Falei algumas vezes com o secretário de Obras e ele, na época, disse que a prefeitura não tinha verba para a instalação dos postes (em torno de R$ 10 mil). A prefeitura não quer e não tem interesse em atender a essas solicitações, ignora e subestima os problemas dos moradores e contribuintes do bairro Lázaro. Só nos resta pedir ajuda ao Ministério Público.Esclarecimento: Em relação à carta Crime Ambiental (28/4), a Construtora Setin, juntamente com a Iepe Investimentos Imobiliários Ltda. e a Paineira Incorporadora Ltda., responsáveis pelo empreendimento Iepe Golf Condominium, informa que em 27/1 foi realizada assembleia para esclarecer os clientes acerca da regularização formal e conclusiva do Habite-se do empreendimento (expedido em 30/3 pela Prefeitura), que está registrado no 11.º Cartório de Imóveis da Capital. Esclarece que as incorporadoras e a construtora informaram naquela oportunidade sobre os problemas levantados pela Polícia Militar (PM) quanto aos supostos danos ambientais às reservas de mata nativa e esclareceram que foram tomadas todas as providências necessárias para evitá-los. Para tanto, diz, foi assinado pela Construtora o Termo de Compromisso Ambiental. Acrescenta que as incorporadoras enviaram correspondência a cada condômino informando que suas unidades estão totalmente regulares perante a PM, bem como outras informações. FABIO ABRIGO, doDepartamento Jurídico da Iepe Investimentos Imobiliários Ltda e da Paineira Incorporadora Ltda.As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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