Serviço que não funciona

Há semanas venho reclamando com a NET sobre o serviço Virtua. O modem que a empresa me forneceu funciona bem num computador antigo, mas não consegue manter a passagem de dados quando me conecto a um notebook com maior capacidade de memória. Os técnicos vieram à minha residência e um deles disse irônico: "Pelo que a senhora paga a senhora quer o quê?" Detalhe: eu pago a mensalidade de R$ 64,90 por 200 Kbps. Depois de ficar sem sinal, pois o técnico acabou bloqueando tudo, resolvi cancelar o serviço. No início de abril a atendente informou que técnicos da NET não iam retirar o equipamento antes do dia 19 de abril, e ainda informou que não autorizava a gravação da ligação, caso eu a estivesse gravando. E nós, consumidores, que pagamos nossas contas corretamente? Temos de autorizar uma empresa, que deveria ser prestadora de serviços, a entrar em nossa casa com gente despreparada, irônica e arrogante e que ainda não fornece o serviço? Para me preservar de alguma multa ilegal, comuniquei o caso à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para quem eu já havia reclamado. Nas duas visitas em que os técnicos fizeram os testes, o sinal funcionou perfeitamente no modem que eles trouxeram. Mesmo assim, eles não colocaram esse tipo de equipamento, mas modelos iguais aos que eu tinha e que não funcionavam. LEDA MUNIZSão PauloFernanda Piccablotto, da Gestão de Clientes da NET,esclarece ter entrado em contato com a sra. Leda e que a cliente optou por cancelar os serviços. Diário do trânsitoQuero tornar público o destrato de alguns agentes da CET para conosco, motoristas desta cidade! No dia 2 de abril pela manhã, eu estava com meu carro carregado de mercadorias para descarregar em meu local de trabalho, um clube que beira a marginal, e, como a entrada para a Rua Massinet Sorcinelli estava fechada pela CET (e é a única entrada que dá acesso ao portão de carga e descarga no clube), chamei o agente para me ajudar. Ele me mandou seguir em frente, mas insisti em falar com ele, que esbravejou e me xingou. Quando ele se aproximou, expliquei que precisava descarregar as mercadorias pelo portão que fica a uns 5 metros de onde eu estava e ele, com muita má vontade, tirou o cone, bateu com a mão em cima do capô do meu carro e mandou entrar. Depois que estacionei dentro do clube, voltei e perguntei o nome dele, que continuou a me destratar, dizendo que iria pegar o número da placa do meu carro para que eu fosse fazer a "escolinha". Acredito que a CET deveria mandar seus agentes de trânsito fazer uma avaliação psicológica periodicamente, assim evitaria que pessoas como esse senhor, desequilibrado emocionalmente, tomassem conta desse trânsito de São Paulo, que, por si só, já é caótico!REGINA NASCIMENTOSão PauloAdele Nabhan, do Departamento de Imprensa da CET, esclarece que o carro da leitora não foi autuado e que o bloqueio viário da alça da Ponte das Bandeiras e da Rua Massinet Sorcinelli se dá diariamente no pico da manhã para garantir a fluidez do tráfego da pista local da Marginal do Tietê. Informa ainda que, conforme relato do operador de trânsito em questão, a motorista foi orientada a prosseguir pela alternativa (Avenida Professor Milton Rodrigues ou pela Ponte da Casa Verde), visto que a Rua Massinet Sorcinelli se encontrava bloqueada. Entretanto, ela informou que deveria realizar uma entrega no Clube Esperia, cuja entrada de serviço/entregas é obrigatoriamente pelo portão localizado na rua interditada, assim, o agente da CET retirou o bloqueio e liberou o acesso.O valor das áreas verdesComo usuária do Parque da Aclimação, estudiosa de educação ambiental e amante de nossas áreas verdes já tão escassas, venho juntar-me a todos os que estão seriamente preocupados com a situação do lago danificado do parque. Solicito com veemência que ele seja limpo e tratado com as técnicas adequadas antes de ser novamente enchido e entregue à população. O próprio parque, patrimônio natural e cultural de São Paulo, está a exigir maiores e melhores cuidados, na reposição de árvores, ajardinamento e fiscalização do uso impróprio de bicicletas e patins em locais que põem os pedestres em perigo. É preciso também fiscalizar e multar as pessoas que atiram lixo nas águas e nas áreas do parque, bem como envolver as escolas da região em passeios com as crianças, educando-as para a importância do convívio social em nossos parques. DORIS ACCIOLY E SILVASão PauloA Secretaria de Verde e Meio Ambiente não respondeu. As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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