Servidores da saúde encerram protesto perto do Palácio Guanabara

Comissão foi recebida pelo chefe de gabinete da Secretaria da Casa Civil para entrega da pauta de reivindicacões; PM fez cordão de isolamento para impedir que grupo se aproximasse da sede do governo

Wilson Tosta, O Estado de S. Paulo

02 Outubro 2013 | 14h13

Atualizado às 15h18

RIO - A Rua Pinheiro Machado, em Botafogo, zona sul do Rio, onde fica o Palácio Guanabara, sede do governo estadual, foi liberada às 14h25, depois de duas horas e meia de interrupção ao tráfego. Os servidores da saúde que se manifestavam no local decidiram se dispersar após uma comissão ser recebida pelo chefe de gabinete da Secretaria da Casa Civil, Arthur Bastos, a quem entregaram uma pauta de reivindicações. A categoria reivindica um plano de cargos e salários.

Segundo a sindicalista Denise Nascimento, do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência (Sindsprev-RJ), um plano foi aprovado pela Assembleia Legislativa quando o governador Sérgio Cabral (PMDB) ainda presidia a Casa, mas nunca foi implantado, sob o argumento de que é inconstitucional. "Ele (o governador e então presidente da Assembleia) apoiou e hoje o governo alega inconstitucionalidade. Eles dizem que têm outro plano, mas não nos apresentam", afirmou Denise. Os servidores reivindicam uma audiência com o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes. Bastos prometeu dar uma resposta até o fim da tarde desta quarta-feira.

Policiais militares bloqueiam o trânsito na Rua Pinheiro Machado desde as 12h30 para impedir o acesso dos manifestantes. O tráfego foi interrompido nos dois sentidos. Um cordão de PMs, munidos de capacetes, viseiras, escudos e cassetetes, se formou na esquina com a Rua Álvaro Chaves, onde um grupo de cerca de 50 funcionários ficou parado com um carro de som.

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