Silêncio marca enterros de mortos em confronto com a polícia

Os enterros de Edson Dantas da Silva e Gilberto Inácio Ferreira, supostos membros da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) mortos no confronto com a polícia na segunda-feira, em São Bernardo do Campo, tiveram o mesmo clima de lei do silêncio que marcou, na terça-feira, 28, os enterros de cinco outros suspeitos, também no Cemitério Jardim da Colina.Cerca de 50 pessoas acompanharam o cortejo nesta manhã, apesar do frio e chuva fina, por volta das 10h30. Um homem de meia idade que se identificou apenas como Antonio impediu a reportagem de se aproximar e falar com os presentes. Até mesmo os coveiros foram orientados a se calar. Em Diadema, onde dois outros suspeitos mortos no confronto foram enterrados, a situação não foi diferente. A reportagem foi impedida de entrar no Cemitério Vale da Paz, onde foi sepultado Márcio José dos Santos, o Marcinho, apontado como gerente do PCC na região. O enterro de Nilton Pereira da Silva aconteceu no Cemitério Municipal, que a reportagem também não pôde acompanhar.

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