Sindicalista não aparece para depor sobre greve de ônibus

O presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de São Paulo, Edivaldo Santiago, desobedeceu pela terceira vez a intimação do Ministério Público e não apareceu para depor na Promotoria de Habitação e Urbanismo. A audiência estava marcada para às 14h. Uma hora depois, uma estagiária protocolou um atestado médico, afirmando que Edivaldo estava impossibilitado de comparecer por causa de uma crise de hipertensão, e sentia dores no peito. Será marcada uma nova data para o depoimento do sindicalista. O promotor Carlos Alberto Amin Filho que apurar denúncias de conivência entre o sindicato e empresários de ônibus nas últimas greves realizadas na cidade, e quer atestar a qualidade do serviço público de transportes.Para garantir o comparecimento de Edivaldo, a promotoria recorreu ao Centro de Apoio e Execução do Ministério Público, para que ele fosse conduzido sob escolta policial. Hoje, por volta de meio dia, dois agentes estiveram na sede do sindicato, e foram informados que Edivaldo participava de uma reunião. Posteriormente, receberam a informação de que Edivaldo compareceria pontualmente às 14h para depor, o que acabou não acontecendo.

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