Sindicato da USP também pede reajuste e apoia ato contra Serra

Sindicato da USP também pede reajuste e apoia ato contra Serra

O sindicato dos funcionários da USP (Sintusp) organizou na manhã de ontem um protesto em frente à reitoria da Universidade. Trabalhadores da Unicamp e Unesp também realizaram paralisações. Eles pedem um reajuste de 6% para manter a isonomia com os professores, que receberam em fevereiro esse porcentual de aumento.

Luciana Alvarez, O Estado de S.Paulo

31 de março de 2010 | 00h00

No evento, as políticas do governador de São Paulo José Serra para educação e saúde acabaram sendo alvo preferencial de críticas, junto a medidas de João Grandino Rodas, reitor da USP. O Sintusp decidiu participar do ato de hoje contra Serra na Avenida Paulista, organizado pelo conselho do Sistema de Negociação Permanente (Sinp).

Carro de som. Com a USP praticamente parada por causa do feriado de Páscoa, o protesto de ontem reuniu poucas pessoas. Mas não faltou carro de som, nem o tradicional churrasco - espetinho a R$ 1, copo de refrigerante a R$ 0,50.

Segundo o diretor do Sintusp Magno de Carvalho, o reitor foi orientado por Serra a evitar conflitos na USP, mas isso não deve acontecer. "Se o reitor não quer conflito, que pague os 6%", disse. "Ele (Rodas) me disse que teve orientação do Serra para não permitir conflitos. A gente sabe que é por causa da eleição."

Tendência. Magno aponta que a tendência é que seja aprovada uma "greve radicalizada" de funcionários, ou seja: paralisação e invasão de prédios, como aconteceu da última vez, em que o prédio da reitoria da universidade foi ocupado.

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