Douglas Magno/AFP
Equipes fazem resgate após deslizamentos na Vila Bernadete, na região do Barreiro, em Belo Horizonte Douglas Magno/AFP

Sobe para 44 número de mortes em Minas, governo amplia para 47 nº de cidades em emergência

Novo balanço foi divulgado na tarde deste domingo pela Defesa Civil; 19 pessoas continuam desaparecidas e mais de 17 mil estão desabrigadas ou desalojadas

Emilly Behnke, O Estado de S. Paulo, e Leonardo Augusto, especial para o Estado

26 de janeiro de 2020 | 11h23
Atualizado 26 de janeiro de 2020 | 20h59

BELO HORIZONTE - O número de mortos em decorrência das chuvas em Minas Gerais subiu para 44, conforme boletim da Defesa Civil divulgado no fim da tarde deste domingo, 26. Treze mortes aconteceram em Belo Horizonte. Há 13.887 desalojados no estado e 3.354 desabrigados. São 19 desaparecidos até o momento e 12 feridos. Diante da tragédia, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) ampliou, de forma sumária, para 47 o número de municípios mineiros em situação de emergência em função dos temporais.

A pasta também disponibilizou, de forma imediata, R$ 90 milhões para as ações de socorro, assistência e reconstrução em todo o País, por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).

Para ações imediatas de resposta ao desastre, o apoio abrange desde a distribuição de kits de assistência humanitária (cestas básicas, água potável, kits dormitório etc.) a recursos para a contratação de serviços como a limpeza de vias públicas.

O valor dos recursos destinados a essas regiões ainda pode aumentar, de acordo com o plano de ação a ser elaborado pelos municípios. Além das cidades mineiras, quatro municípios do Espírito do Santo tiveram a situação de calamidade reconhecida de forma sumária pelo governo federal.

O reconhecimento sumário é feito quando a União constata que desastre público e notório é considerado de grande intensidade. Nestes casos, para agilizar o atendimento à população e garantir o acesso a recursos federais, o MDR realiza o reconhecimento antes mesmo que a solicitação do município ou do Estado preencha todos os pré-requisitos legais. A decisão, assinada neste domingo, será publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 27.

Mortes

Na manhã deste domingo, a prefeitura da capital informou que cinco pessoas retiradas de casa pela Defesa Civil e agentes da assistência social na sexta-feira, 24, e que retornaram para a residência na mesma data, foram soterradas no bairro Engenho Nogueira. Ainda conforme o governo municipal, os corpos foram encontrados e as buscas, encerradas, no local.

O relatório da Defesa Civil aponta, além de 13 mortes em Belo Horizonte e uma em Caratinga, seis em Betim e cinco em Ibirité, ambas cidades da Grande Belo Horizonte. As cidades de Alto Caparaó, Alto Jequitibá, Simonésia, todas na Zona da Mata, registram três mortes. Outras duas mortes ocorreram em Pedra Bonita e Luisburgo,ambas também na Zona da Mata. Contagem, na Grande Belo Horizonte, tem duas mortes. As cidades de Divino, Santa Margarida, Manhuaçu e Tocantins, as quatro na Zona da Mata, computam uma morte cada.

Veja de quais cidades são as vítimas das chuvas em Minas Gerais:

  • Belo Horizonte (capital): 13
  • Betim (Grande Belo Horizonte): 6
  • Ibirité (Grande Belo Horizonte): 5
  • Alto Caparaó (Zona da Mata): 3
  • Alto Jequitibá (Zona da Mata): 3
  • Simonésia (Zona da Mata): 3
  • Pedra Bonita (Zona da Mata): 2
  • Luisburgo (Zona da Mata): 2
  • Contagem (Grande Belo Horizonte): 2 
  • Divino (Zona da Mata): 1
  • Santa Margarida (Zona da Mata): 1
  • Manhuaçu (Zona da Mata): 1
  • Tocantins (Zona da Mata): 1
  • Carangola: 1

Confira as cidades em estado de emergência:

  1. Abre Campo
  2. Alto Caparaó
  3. Alto Jequitibá
  4. Belo Horizonte
  5. Betim
  6. Brumadinho
  7. Caeté
  8. Caparaó
  9. Carangola
  10. Cataguases
  11. Congonhas
  12. Contagem
  13. Divino
  14. Dores do Turvo
  15. Ervália
  16. Espera Feliz
  17. Guidoval
  18. Ibiaí
  19. Ibirité
  20. Luis Burgo
  21. Manhuaçu
  22. Mariana
  23. Mateus Leme
  24. Matipó
  25. Monjolos
  26. Muriaé
  27. Nova Lima
  28. Orizania
  29. Patrocínio de Muriaé
  30. Pedra Bonita
  31. Raposos
  32. Raul Soares
  33. Ribeirão das Neves
  34. Rio Acima
  35. Sabará
  36. Santa Bárbara
  37. Santa Luzia
  38. Santa Margarida
  39. São Gonçalo do Sapucai
  40. Sarzedo
  41. Senador Firmino
  42. Simonésia
  43. Taquaraçu de Minas
  44. Teófilo Otoni
  45. Tocatins
  46. Ubá
  47. Visconde do Rio Branco

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Governo federal disponibiliza R$ 90 milhões para regiões atingidas por chuvas

Planalto montou plano de ação para auxiliar famílias afetadas pelos temporais no Sudeste e no Centro-Oeste; centro de gerenciamento já emitiu 9 alertas sobre ocorrências em barragens desde o dia 18

Emilly Behnke, O Estado de S.Paulo

26 de janeiro de 2020 | 15h29
Atualizado 26 de janeiro de 2020 | 18h38

BRASÍLIA - O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) ampliou, de forma sumária, para 47 o número de municípios em Minas Gerais em situação de emergência por causas das chuvas intensas que atingem o Estado. A pasta também disponibilizou, de forma imediata, R$ 90 milhões para as ações de socorro, assistência e reconstrução em todo o País, por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).

Para ações imediatas de resposta ao desastre, o apoio abrange desde a distribuição de kits de assistência humanitária (cestas básicas, água potável, kits dormitório etc.) a recursos para a contratação de serviços como a limpeza de vias públicas.

O valor dos recursos destinados a essas regiões ainda pode aumentar, de acordo com o plano de ação a ser elaborado pelos municípios. Além das cidades mineiras, quatro municípios do Espírito do Santo tiveram a situação de calamidade reconhecida de forma sumária pelo governo federal.

O reconhecimento sumário é feito quando a União constata que desastre público e notório é considerado de grande intensidade. Nestes casos, para agilizar o atendimento à população e garantir o acesso a recursos federais, o MDR realiza o reconhecimento antes mesmo que a solicitação do município ou do Estado preencha todos os pré-requisitos legais. A decisão, assinada neste domingo, 26, será publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 27.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, esteve na manhã deste domingo em Minas Gerais, onde sobrevoou as regiões atingidas e se encontrou com o governador do Estado, Romeu Zema (Novo). No início da tarde, Canuto viajou para o Espírito Santo, onde também sobrevoará áreas afetadas e encontrará o governador Renato Casagrande (PSB). Os dois Estados são os mais atingidos pelas chuvas, embora o alerta de chuvas valha também para Bahia, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal.

"É essencial preparar as cidades", disse Canuto, em entrevista coletiva em Belo Horizonte. Segundo ele, o objetivo "é não deixar que os papéis atrapalhem neste momento".

Os recursos federais direcionados aos municípios deverão ser aplicados em ações de socorro, assistência, restabelecimento de serviços essenciais à população e reconstrução de estruturas públicas danificadas.

A liberação de recursos aos Estados afetados ainda depende do levantamento dos danos, que será realizado pelos municípios. Segundo Canuto, o governo não poupará esforços para atender os municípios e famílias afetadas.

O auxílio emergencial por meio da Sedec é complementar à atuação dos governos estaduais e municipais. Após o reconhecimento federal, os municípios devem elaborar um plano de trabalho e encaminhar ao MDR. A partir dessas informações, equipes da secretaria avaliam as necessidades e o volume de recursos para o atendimento das demandas.

Na quinta-feira, 23, o MDR já havia concedido o reconhecimento, a Belo Horizonte e Contagem. Neste domingo, foram incluídos os municípios de Abre Campo, Alto Caparaó, Alto Jequitibá, Betim, Brumadinho, Caeté, Caparaó, Carangola, Cataguases, Congonhas, Divino, Dores do Turvo, Ervália, Espera Feliz, Guidoval, Ibiaí, Ibirité, Luis Burgo, Manhuaçu, Mariana, Mateus Leme, Matipó, Monjolos, Muriaé, Nova Lima, Orizania, Patrocínio de Muriaé, Pedra Bonita, Raposos, Raul Soares, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Sabará, Santa Bárbara, Santa Luzia, Santa Margarida, São Gonçalo do Sapucaí, Sarzedo, Senador Firmino, Simonésia, Taquaraçu de Minas, Teófilo Otoni, Tocantins, Ubá e Visconde do Rio Branco.

Além de Canuto, a comitiva deste domingo conta com o secretário da Defesa Civil Nacional, coronel Alexandre Lucas, e o general Cunha, do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas do Ministério da Defesa.

Apoio

Para agilizar o atendimento à população, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos disponibilizou o canal do Disque 100 para atendimento a vítimas de enchentes. A pasta disponibiliza o número 24h para ajudar em caso de pedidos de ajuda, busca por socorro e registro de pessoas desaparecidas. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel (celular).

As informações obtidas pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos por meio do Disque 100 serão repassadas para as defesas civis de Minas Gerais e Espírito Santo.

Alertas em barragens

O Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) já emitiu ao menos nove alertas desde o dia 18 sobre ocorrências em barragens de rejeitos de mineração ou de geração de energia elétrica.

Um deles foi disparado na barragem Sul Inferior, da Vale, na cidade mineira de Barão de Cocais. As fortes chuvas fizeram a empresa elevar o nível de alerta de 1 para 2, em uma escala que vai até 3. A elevação implicaria a necessidade de retirada das pessoas de zonas mais próximas, mas isso já foi feito em fevereiro de 2019 por problemas em outra barragem da região.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, foi acionado o Grupo de Segurança de Barragens, para articulação e monitoramento de situações emergenciais em barragens pela equipe de representantes das agências reguladoras federais. /COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL

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Municípios fluminenses têm milhares de desalojados e um desaparecido devido às enchentes

Chuvas nas regiões norte e nordeste do Rio de Janeiro deixaram famílias ilhadas; equipes de resgate buscam um jovem de 19 anos, que desapareceu no sábado quando mergulhava no Rio Muriaé, em Itaperuna

Daniela Amorim e Marcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

26 de janeiro de 2020 | 15h03

RIO DE JANEIRO - Milhares de pessoas ficaram desabrigadas ou desalojadas em decorrência das chuvas nas regiões norte e noroeste do Rio de Janeiro. Agentes do Corpo de Bombeiros trabalhavam neste domingo, 26, no resgate das famílias ilhadas pelas enchentes e elevação do nível de rios que transbordaram em diferentes municípios.

Segundo os bombeiros, os locais mais afetados foram as regiões dos municípios de Bom Jesus do Itabapoana, Itaperuna e Porciúncula. As equipes de resgate buscam um jovem de 19 anos, que desapareceu neste sábado, 25, quando mergulhava com amigos no Rio Muriaé, em Itaperuna.

No município de Bom Jesus do Itabapoana, há 1.100 pessoas desalojadas e 270 desabrigadas. O município enfrentava neste domingo o terceiro dia sem abastecimento de água, interrompida pelo transbordamento do Rio Itabapoana. Embora as condições meteorológicas na cidade tenham melhorado, o nível do rio continua subindo, por conta das cheias na cabeceira, informou o sargento Roberto Oliveira Júnior, coordenador da Defesa Civil municipal.

“Tem muitas pessoas ilhadas ainda. Estamos fazendo o resgate com embarcações do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil municipal. Tivemos também queda de barreiras, alguns pontos ficaram isolados”, explicou o coordenador da Defesa Civil de Bom Jesus do Itabapoana.

O município registrou mais de 50 deslizamentos, que atingiram casas e interditaram ruas.

“Graças a Deus ninguém ficou ferido”, afirmou Oliveira Júnior. “Estamos focando em ajuda humanitária agora”, frisou o sargento, fazendo um apelo por doações de água potável.

No município de Campos dos Goytacazes, a chuva provocava transtornos desde a tarde de quinta-feira, 23. Equipes da Defesa Civil municipal atenderam chamados para alagamentos, queda de árvore e transbordo do Canal da Onça. Até a noite deste sábado, seis famílias estavam desalojadas em Santo Eduardo. Outras 20 famílias eram monitorada e poderiam ser levadas para um abrigo provisório, em caso de aumento do nível do canal.

Retroescavadeiras foram usadas para remover a lama na cidade. O nível do rio Muriaé subiu na tarde deste sábado, 25, chegando a transbordar perto da localidade de Três Vendas. As equipes municipais instalaram sacos com areia para tentar conter o transbordo em alguns pontos.

A elevação do nível das águas do Rio Muriaé deixou vários municípios em estágio de alerta nos últimos dias, entre eles Itaperuna. A prefeitura local emitiu alerta na última quinta-feira, 23, recomendando que os habitantes que moram em edificações que ficam debaixo ou sobre barrancos procurassem alojamento na casa de parentes ou vizinhos.

Destinação de recursos

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), anunciou neste domingo, 26, que o Estado irá destinar R$ 23 milhões para auxiliar as áreas atingidas pelas fortes chuvas nas regiões norte e noroeste fluminense. Ao todo, oito cidades foram inundadas após dois rios transbordarem. Cerca de seis mil pessoas estão desalojadas.

O montante que será destinado para o combate aos estragos ocorridos pelas chuvas serão destinados, em sua maior parte, à Defesa Civil e à Secretaria de Desenvolvimento Social. “São R$ 10 milhões para a Defesa Civil e R$ 10 milhões para a Secretaria de Desenvolvimento Social. Estamos aqui pra evitar que esse caos volte a acontecer novamente no ano que vem e trabalhar para que nós possamos atender, neste momento, as pessoas que estão precisando mais”, declarou o governador.

“O estrago foi muito grande na região. Determinei ao secretário de Saúde, Edmar Santos, que destine mais R$ 3 milhões para atender possíveis situações de doença posteriores às enchentes”, pontuou Witzel. O valor será destinado para a compra de medicamentos e outros materiais, já que há o risco de proliferação de doenças.

Witzel sobrevoou as cidades do norte e do noroeste fluminense no início da tarde. Depois, reuniu-se com o prefeito da cidade de Porciúncula, uma das mais afetadas pelas inundações.

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Governo de Minas Gerais decreta situação de emergência em 47 municípios

Estado também declarou luto oficial de três dias, a partir deste domingo, pelas vítimas dos recentes desastres naturais que deixou pelo menos 30 mortos

Redação, O Estado de S.Paulo

26 de janeiro de 2020 | 09h22

O Governo de Minas Gerais decretou situação de emergência em 47 municípios afetados pelas chuvas que atingem o Estado desde a última sexta-feira, 24. Segundo a Defesa Civil do Estado, 30 pessoas morreram, sete ficaram feridas e 17 seguem desaparecidas. além disso, há 2.620 pessoas desalojadas e 911 desabrigadas. Parte das vítimas foram soterradas depois de desabamentos de residências.

Conforme o decreto, publicado neste domingo, 26, no Diário do Executivo estadual, intensas precipitações pluviométricas causaram múltiplos desastres, como inundações, movimentos de massa, enxurradas e alagamentos.

O documento ainda estabelece luto de três dias, a contar deste domingo, em sinal de pesar pelas vítimas dos desastres naturais.

Entre a quinta-feira, 23, e a sexta, 24, Belo Horizonte registrou recorde do volume de chuvas em 24 horas171,8 milímetros. A maior marca era de 164,2 milímetros, em 14 de fevereiro de 1978. As medições são realizadas há 110 anos.

As precipitações deixaram comunidades inteiras ilhadas. No interior do Estado, em cidades como Matipó e Manhuaçu, ambas na Zona da Mata, há relatos nas redes sociais de inundação e pessoas ilhadas.

Em Belo Horizontemoradores da Vila Bernadete no Barreiro, onde os bombeiros faziam buscas por vítimas, afirmaram ter tentado telefonar para Defesa Civil Municipal e não conseguiram contato na sexta-feira, 24, quando as chuvas atingiram fortemente o bairro. O prefeito Alexandre Kalil, que acompanhava o trabalho de resgate, disse que, durante parte do dia - o período exato não foi especificado -, o sistema de telefonia da Defesa Civil apresentou problemas que, ainda conforme Kalil, tiveram origem na operadora do serviço.

Confira as cidades em estado de emergência

  1. Abre Campo
  2. Alto Caparaó
  3. Alto Jequitibá
  4. Belo Horizonte
  5. Betim
  6. Brumadinho
  7. Caeté
  8. Caparaó
  9. Carangola
  10. Cataguases
  11. Congonhas
  12. Contagem
  13. Divino
  14. Dores do Turvo
  15. Ervália
  16. Espera Feliz
  17. Guidoval
  18. Ibiaí
  19. Ibirité
  20. Luis Burgo
  21. Manhuaçu
  22. Mariana
  23. Mateus Leme
  24. Matipó
  25. Monjolos
  26. Muriaé
  27. Nova Lima
  28. Orizania
  29. Patrocínio de Muriaé
  30. Pedra Bonita
  31. Raposos
  32. Raul Soares
  33. Ribeirão das Neves
  34. Rio Acima
  35. Sabará
  36. Santa Bárbara
  37. Santa Luzia
  38. Santa Margarida
  39. São Gonçalo do Sapucai
  40. Sarzedo
  41. Senador Firmino
  42. Simonésia
  43. Taquaraçu de Minas
  44. Teófilo Otoni
  45. Tocatins
  46. Ubá
  47. Visconde do Rio Branco

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